
A instituição está a ficar sem capacidade de resposta para as centenas de pedidos de apoio que tem vindo a receber.
A crise deixou os portugueses sem margem de manobra. Há cada vez mais famílias que não conseguem pagar as dívidas e vêem-se obrigadas a pedir ajuda. A Cáritas, uma confederação de 162 organizações humanitárias da Igreja Católica que actua em mais de 200 países, está a receber centenas de pedidos de apoio em Portugal. De tal modo, que a instituição está a ficar sem capacidade de resposta para tantas solicitações.
Cada vez há mais famílias portuguesas no desemprego, com salários em atraso e sem capacidade para pagar as contas no final de cada mês. O recurso a instituições de solidariedade é cada vez mais comum. A Cáritas Portuguesa já não consegue dar resposta a tantos pedidos de apoio, diz o presidente da instituição, Eugénio Fonseca.
O sucessivo encerramento de empresas no Norte do País faz com que os indicadores da crise sejam mais expressivos nesta região. O final da crise parece não ter ainda fim à vista fica, por isso, Eugénio Fonseca deixa um apelo às famílias portuguesas para que reduzam os gastos. Para além de «apertar o cinto», em tempo de crise é preciso ter cuidados redobrados.
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