segunda-feira, 18 de julho de 2011

BCP igual a lixo


Ações do BCP descem quase 6% para os 30 cêntimos


As ações do BCP seguiam a desvalorizar mais de 5% para os 30 cêntimos, descendo para o nível mais baixo de sempre, ainda na ressaca da divulgação dos resultados dos testes de stress.

A desvalorização de 5,97% que se registava pelas 16h12, para os 30 cêntimos, acontece no dia útil seguinte à divulgação dos resultados dos testes de stress à banca europeia e da descida pela Moody's do rating de sete bancos nacionais, entre os quais o BCP, para o nível de 'lixo'.



http://topicos.jornaldenegocios.pt/BCP

sexta-feira, 15 de julho de 2011

BCP obrigado a aumentar capital ou a vender activos


O BCP foi uma das quatro instituições nacionais que apresentou o rácio de capital ‘core tier 1’ mais baixo nos testes de ‘stress’ entre os bancos nacionais.

De acordo com os resultados dos testes de ‘stress' realizados hoje pela autoridade europeia do sector bancário (‘European Banking Association' - EBA), o BCP foi a instituição que apresentou o rácio de capital ‘core tier 1' em 2012 no cenário adverso mais baixo da banca nacional.

"Como resultado do choque assumido, o ‘core tier 1' consolidado estimado do Banco Comercial Português passará para 5,4% sob um cenário adverso em 2012, que compara com um rácio de 5,9% no final de 2010", refere a EBA.

Isto significa que, apesar de o BCP ter passado nos testes de ‘stress' (a linha de chumbo estava nos 5%), o Banco de Portugal (BdP) considera que o banco liderado por Santos Ferreira terá de "desenvolver, em acordo com o Banco de Portugal, as medidas apropriadas para reforçarem os seus balanços no período de 3 meses imediatamente após a presente publicação. Estas acções poderão tomar a forma de aumentos de capital ou alienação de activos", refere o BdP em comunicado.

Todavia, o BCP já deu indicações no sentido de ter entregado junto do BdP um conjunto de medidas neste sentido.

Na mesma condição está o ESFG que, segundo a EBA, apresentou um rácio de capital ‘core tier 1' para 2012 de 5,8%, quando são tidas em conta as condições do cenário adverso. Todavia, o ESFG já terá tomado medidas no sentido de colocar o rácio de capital ‘core tier 1' acima dos 6% até ao final do ano, como é desejo do BdP, e, por esse motivo, não deverá realizar mais qualquer tipo de operação neste sentido.

Refira-se ainda que o BdP revelou que, considerando os resultados de todos os bancos analisados - CGD, BCP, ESFG e Banco BPI -, "no cenário adverso, a

Na sessão de hoje as acções do BCP recuaram 1,55% para 0,318 euros

segunda-feira, 11 de julho de 2011

MILLENNIUM BCP perde 40% desde Janeiro e negoceia abaixo dos 32 cêntimos


A sessão de hoje foi mais um dia negro para a banca portuguesa. Só na última semana, BCP, BES, BPI e Banif perderam, em bolsa, 1,13 mil milhões de euros. O BCP é a cotada mais penalizada e já perde 39,64% desde o início do ano. Hoje renovou um novo mínimo histórico.

Os títulos do banco liderado por Carlos Santos Ferreira perderam hoje um máximo de 9,40% e chegaram a negociar nos 0,318 euros, o valor mais baixo de sempre. Os títulos fecharam a cair 7,12% para os 0,326 euros.

Foi a sétima sessão consecutiva de quedas, período em que o banco perdeu em bolsa 540 milhões de euros.

A última semana foi, particularmente, "dura" para a banca portuguesa devido ao corte de "rating" da Moody’s. Desde que a agência de notação financeira baixou a avaliação da dívida soberana portuguesa que os títulos da banca já perderam 938 milhões de euros.

O BCP é título da banca que cai há mais sessões consecutivas (sete) e o que mais perde desde o início do ano: 39,64%. O banco renovou hoje um novo mínimo histórico ao negociar nos 0,318 euros.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

BANCO COMERCIAL PORTUGUES (MILLENNIUM)




BANCO COMERCIAL PORTUGUES

Data 2011-07-07 | 16:36



0.364
Cotação

-0.82
Variação %

-0.0030
Variação ptos

89.409.212
Volume acções

32.547.962
Volume em EUR





0.376Sessão Máximo
0.353Sessão Mínimo
0.608Ano Máximo
0.362Ano Mínimo
0.651552 semanas Máximo
0.36252 semanas Mínimo

2623Capitalização (milh)
-31.8582Variação Ano
-36.7488Variação 52 semanas

Últimos 5 dias
0.36407/07
0.36706/07
0.39405/07
0.40104/07
0.40201/07
0.4130/06


Noticias relacionadas



24/06/11 18:25 “Não fui tão chato como deveria ter sido”

24/06/11 00:05 Clientes do BCP retiram dinheiro da Suíça

23/06/11 15:55 Acções dos bancos caem mais de 4% e afundam PSI 20

20/06/11 21:12 Macedo sai da administração do BCP

20/06/11 20:30 António Ramalho e Champalimaud reforçam posição no BCP

20/06/11 20:05 Sonangol, EDP e Caixa reforçam posições no BCP

20/06/11 19:45 "País precisa de rupturas com políticas que têm sido seguidas"

17/06/11 00:05 BES, BPI e BCP entre os melhores na banca europeia

15/06/11 00:05 BCP precisa de 600 milhões para subir rácio de capital

14/06/11 00:05 Ocidental e Berardo descem participação no capital do BCP

07/06/11 13:45 BCP não está preocupado com exposição à Grécia

01/06/11 16:43 Bolsa cai mais de 1%, Acções do BCP derrapam 6%

01/06/11 11:10 BCP pede aval para usar garantias do Estado

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Banca perde mais de 300 milhões em apenas uma sessão


A banca nacional não foi um caso isolado. Todo o sector europeu fechou em forte queda depois do presidente do Banco Central Europeu ter alertado que a estabilidade financeira na União Europeia poderá ser comprometida pela crise de dívida.

Numa opinião com base "pessoal eu diria que 'sim, [o sinal] está vermelho", afirmou Jean-Claude Trichet aos jornalistas, citado pela Bloomberg. As declarações foram proferidas ontem, depois de uma reunião com o Conselho Europeu de Risco Sistémico e são mais um factor de preocupação não só para a banca mas para a generalidade dos mercados bolsistas.

Ao mesmo tempo, os juros da dívida portuguesa renovaram máximos históricos nos prazos mais curtos "alimentados" pelo impasse que se vive entre a União Europeia/FMI e a Grécia, face à quinta tranche da ajuda internacional.

A banca tem sido um dos sectores mais penalizados por esta situação. No sector bancário nacional, hoje foi mais um dia de fortes quedas e de novos mínimos.

O BCP renovou o mínimo histórico nos 0,386 euros, tendo fechado a cair 3,70%. Esta queda representa menos 180 milhões de euros de capitalização bolsista.

O banco que mais perdeu foi o BES, que fechou a sessão a valer menos 131 milhões de euros face ao dia de ontem. O banco caiu um máximo de 6,97% e negociou no nível mais baixo desde Janeiro de 1996, 2,414 euros.

O BES fechou a sessão a perder 4,35% para os 2,482 euros.

O BPI encerrou o dia a perder 5% e a cotar nos 95 cêntimos por acção. Já o Banif perdeu 4,03% para os 0,619. Durante a sessão o banco tocou nos 60 cêntimos, o nível mais baixo desde Maio de 2003.

No total, a banca perdeu, só na sessão de hoje, 304,2 milhões de euros de capitalização bolsista. No último mês, ou seja desde 23 de Maio, o sector já perdeu 1,37 mil milhões de euros, uma média de 57,3 milhões de euros por dia.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

BCP em mínimos atira PSI-20 para valor mais baixo em cinco meses


O índice nacional encerrou a sessão de hoje no vermelho, a reflectir as fortes perdas do BCP e também os novos máximos que os juros da dívida pública a 10 anos tocaram hoje.

A liderar as quedas do índice esteve o BCP, que atingiu durante a sessão um mínimo histórico. O BCP encerrou a perder 3,87% para 0,447 euros. O banco caiu durante a sessão 4,52% para 0,444 euros, o que constituiu o valor mais baixo de sempre.

As congéneres europeias também estiveram a negociar em terreno negativo ao longo da sessão, num dia em que todos os sectores na Europa estão em queda, devido ao pessimismo de Ben Bernanke com a evolução da economia norte-americana.(...)

domingo, 29 de maio de 2011

(BANCA) Mercearias e bancos


Se um merceeiro nos engana é aldrabão e vigarista. Se uma instituição financeira nos ludibria, retirando vantagens da nossa ignorância, é sofisticação e inteligência.

Esta assimetria na valoração moral e ética dos comportamentos do sistema financeiro foi notada já no início desta crise financeira por João Pinto e Castro no seu blogue. O que as instituições financeiras fizeram até à implosão da crie que teve o seu epicentro nos Estados Unidos foi basicamente ludibriar os iletrados financeiros, fossem eles as famílias sem recursos, fossem eles os multimilionários que não sabiam onde aplicar as suas poupanças.

Ganhar dinheiro por conta da ignorância ou falta de informação do parceiro é uma actividade que tem provavelmente a idade do próprio homem na terra.

Numa pequena comunidade, a troca de informação e a pressão dos pares torna este negócio de extracção de rendas pouco duradouro - descoberta a situação, disseminada a informação, acabou o "nicho de mercado".

Nas grandes comunidades impessoais em que hoje vivemos tem de ser o Estado a combater esses abusos, com a massificação de informação e com a regulamentação. É assim que faz com os bens alimentares, é assim que também devia ter feito com os produtos financeiros.

Há mais de uma década, quando se começou a usar a euribor - primeiro lisbor - como taxa de referência para o crédito á habitação, não houve uma entidade pública, do Governo ao Banco de Portugal, que se preocupasse em explicar que as taxas de juro podiam subir. Portugal não foi caso único no panorama global. O País que é a referência da sofisticação financeira, os Estados Unidos, usaram e abusaram da ignorância para alguns retirarem rendas a outros. Sim, rendas, porque não se pode considerar, numa economia de mercado, que são lucros os ganhos obtidos porque a outra parte tem menos informação.

A própria massificação do crédito à habitação que, no caso português, foi e ainda é a forma mais rápida de ter acesso a uma casa, só muito tarde mereceu a preocupação das autoridades públicas.

Na semana passada o Banco de Portugal adoptou mais um conjunto de orientações em que diz aos bancos o que considera serem as boas práticas em matéria de revisão das taxas de juro. Com a instabilidade financeira, a banca introduziu nos contratos novas cláusulas que lhe permitem rever os "spreads" aplicados às taxas de juro. O que o banco central veio clarificar foi que essa alteração dos spreads apenas é possível nos contratos em que esteja explicitada essa possibilidade e que, mesmo nesse caso, a mudança tem de ser justificada e não pode ser discricionária. Claro que a autoridade, que tem agora também responsabilidades na área da supervisão comportamental da banca, pouco mais pode fazer, face às regras de liberdade contratual, do que um código de boas práticas, esperando que os bancos o sigam e que os consumidores o conheçam, pressionando, também por essa via, as instituições financeiras.

O que se começou a fazer desde o início da crise para proteger os consumidores de produtos financeiros é apenas o início de um longo caminho. Que só estará terminado quando todos, autoridades e consumidores, conseguirem relacionar-se com o sistema financeiro com a mesma grelha de valores que usam para a mercearia ou o restaurante.



AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
_______________________________________________________________________________________________________

DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"