sábado, 31 de dezembro de 2011

Lisboa perde 28% no pior ano de sempre do BCP em bolsa

A bolsa nacional encerra o ano com a pior prestação desde 2008, quando a Lehman faliu. O BCP afundou 75%, o pior ano de sempre.

Num ano marcado pela crise das dívidas soberanas na Europa e pelo fantasma de uma nova recessão tanto na zona euro como nos Estados Unidos, as bolsas afundaram e os indicadores de risco da dívida dos países dispararam, sinais dos receios (e, por vezes, do pânico) dos investidores.

Por Lisboa, o PSI 20, principal índice accionista português, não escapou à maré vermelha que cobriu os mercados e desceu 27,6%, a acumular perdas pelo segundo ano seguido, naquele que foi o pior desempenho anual desde 2008, quando caiu mais de 51%.

A bolsa nacional acompanhou as quedas dos mercados europeus. O Stoxx Europe 600, por exemplo, deslizou 12% no ano que está a chegar ao fim, a pior 'performance' dos últimos quatro anos.

BCP afunda 75%

Entre os 20 títulos do PSI 20, os bancos surgem como os mais castigados, reflexo da sua maior exposição ao agravamento da percepção de risco da parte dos investidores em relação ao Estado português nos mercados de dívida.

Os títulos do BCP encerram 2011 com um tombo de 75%, o pior desempenho anual para o banco desde que se estreou em bolsa em 1993. A instituição liderada por Carlos Santos Ferreira surge mesmo com a segunda pior prestação entre os 46 bancos que figuram no índice da Bloomberg para o sector europeu, o BEBANKS, que cai 32% este ano.

A Sonae Indústria foi a segunda cotada do PSI 20 que mais desvalorizou em 2011, com uma queda de 67%, seguida de perto pelo BPI e pelo Banif, que acumulam perdas de mais de 60% este ano. São também os piores desempenhos anuais desde 2008.

Segue-se o BES, que perdeu 53% do seu valor em bolsa este ano. E a Brisa fecha o lote de cotadas que recuaram mais de 50% nos últimos 12 meses (-51,24%).

Apenas três títulos do PSI 20 fecham o ano com ganhos. A Jerónimo Martins continua a resistir como um título de refúgio, tendo conquistado ganhos de 12% este ano, e acumulando um avanço de 222% nos últimos três anos, período em que o PSI 20 cai mais de 13%. EDP Renováveis e Cimpor subiram 9% e 5%, respectivamente, em 2011.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

O nosso sistema político dos últimos anos está refém do poder da banca...

O nosso sistema político dos últimos anos está refém do poder da banca e jamais se livrará.

O século xx português produziu duas grandes anomalias: o salazarismo, que gerou 50 anos de atraso, e o cavaquismo, que só soube produzir duartes limas, tudo o resto são arredores. o problema do cavaquismo, como bem saberão os apreciadores da mitologia, está para jasão e os argonautas, como o primeiro grande cancro de portugal do séc. xx, o socratismo, está para os epígonos. jasão, lançou-se numa epopeia, no fim da qual encontrou o tosão de ouro e medeia; os epígonos, assumidamente mais frágeis, apenas encontraram BCPs, BPPs, BPNs, fundações armandos vara, e os oráculos de vítor constâncio, com muita pedofilia pelo meio, e assim poderemos igualmente resumir a primeira década do presente século. acontece que, em cem anos, muita coisa muda na tipologia de uma nação. pelo meio, tivémos uma guerra de interesses, que, entremeada com outra guerra de interesses, conduziu a uma revolução, demasiado branda para as necessidades de uma sociedade oprimida ao ponto da explosão. como entrou para o senso comum de todos os comentários de rua, o 25 de abril deveria ter sido aprofundado, ao ponto de ter erradicado todas as metástases que nos gangrenavam o tecido europeu, mas não foi. triunfaram os brandos costumes, e a coisa voltou a entrar em derrapagem, desta vez em ritmo acelerado. mário soares, com todo o lastro que lhe conhecemos, foi o derradeiro político do século que compreendeu que não nos restava mais nenhuma opção senão a de enveredar pela recuperação do tempo perdido, e voltar aos tempos de glória, em que Portugal, uma das sete mais ricas nações do mundo, de então, aceitava dissolver-se na paridade de uma condigna comunhão europeia. engano. começou, então, o cavaquismo, uma segunda via de santa comba dão, onde, mergulhados numa chuva de fundos, direcionados para o pontapé de arranque a que o plano marshall, tal como a guerra, nos tinha poupado, vimos, um após outro, serem destruídos os alicerces de qualquer economia: agricultura, pescas, produtos tradicionais, mineração, indústria transformadora, estaleiros navais, entre muitas coisas, foram transformados num país de alguns novos ricos, viciados em cocaína, e de muitos novos pobres, perdidos nas esquinas do "cavalo", da importação das sobras do mundo civilizado e da especulação das mafias do futebol, da construção civil, e dos bancos dirigidos por camorras inenarráveis. o cavaquismo está resumido numa lapidar frase de parede de casa de banho, que retive: "o cavaco deixou vir os pretos, que te roubaram as gajas, as casas e os trabalhos, e tu agora ficas no teu quarto, a bater uma punha". para os racistas, nos quais não me incluo, o resumo seria delicioso, não estivesse tão perto da verdade, para tanto, bastando tornar mais eruditas as palavras redigidas. na verdade, "os pretos" foram mão de obra clandestina e barata, que veio ocupar os postos de trabalho manual, que os portugueses, um dos povos com as mais baixas habilitações da Europa, achavam indignos da sua velha tradição senhorial, de andar a roubar os outros, pelo mundo afora. portanto, é verdade que, na forma de novos escravos, começámos por deixar vir "os pretos" do cavaquismo, que viviam em contentores, e depois de construírem expos e centros culturais de belém, eram postos fora, sem segurança social, salários em atraso, algumas irremediáveis feridas de corpo e alma, e com um discurso sobre a terra de afonso henriques capaz de nos envergonhar, para sempre, nas suas paragens de origem. conhecemos, depois, o ciclo dos eslavos, dos brasileiros, e, por fim dos indo paquistaneses, sempre utilizando a mesma receita dos descartáveis, "os pretos", que iam permitindo que o tecido social e económico se degradasse, enchendo os bolsos dos criminosos da construção civil, da banca e do futebol, misturados com as "gajas", das redes de alterna de brasileiras e eslavas, dos vice reis do norte, cujos nomes são sobejamente conhecidos, e que necessitavam de mandatos de captura idênticos ao de duarte lima. cavaco silva, uma mente retrógrada de um buraco algarvio, destruiu o aparelho produtivo, e criou a dívida, um colossal monstro que apenas esperava a sua ocasião para fazer a aparição, enquanto a sociedade sofria um colossal desvio das regras que regem qualquer estado democrático, e são simples, porque são só uma: o princípio da paridade de qualquer cidadão perante a lei. aprendemos que isso tinha desaparecido com leonor beleza, um dos rostos femininos do crime sem castigo, com cadilhes, os tais duartes lima, os cardosos e cunha, os ferreiras do amaral, a quem nunca cortaram "as gorduras", os pintos da costa, os isaltinos, os "majores" e outras tantas aberrações de que já nem me lembro. quando guterres percebeu a coisa e abandonou o país, que mais não era do que um "open space" de fundações, de freeports e de políticos vivendo abertamente na sua pedofilia, já era tarde de mais: inaugurava-se o ciclo carlos cruz, cujas ligações à rede de tráfico mundial de rapazinhos permitiu trazer para portugal o euro 2004, que as pessoas pensaram ser desporto, mas não era, era o "futebol", "futebol à portuguesa", mesclando mafias de mourinhos e figos, construção de estádios inviáveis em desertos inomináveis, e atirando para os bolsos dos de sempre, e mais uns quantos recem chegados, colossais talhadas de dinheiro, que poderiam ter trazido colossais saltos nos índices de desenvolvimento humano da nossa população, mas, mais uma vez, à velha maneira cavaquista, representaram colossais formas inalteráveis de retrocesso, corrupção e compadrio. em 2005, como cúmulo desta acumulação de monstruosidades, a ignorância de alguns portugueses chamou para o palácio de belém um indivíduo que deveria estar no estabelecimento prisional de Lisboa, o mais perigoso dos políticos, porque, ao renegar a sua condição de político, inaugurou uma novel geração de não políticos, a quem eram permitidos todos os atos ilícitos da política, a coberto de uma impunidade, que mesclava a justiça com o crime organizado, e colocava toda a escadaria das sociedades secretas a cavalgar a normal ascensão das hierarquias de mérito da cultura, da academia, da empresa e da sociedade, em geral. não preciso de enunciar os nomes, porque vocês conhecem-nos: claras ferreiras alves, isaltinos, moitas flores, searas, jardins gonçalves, deuses pinheiros, miras amarais, vítores constâncios, ulrichs, varas, bavas, carrapatosos e tantos outros, que desfilam diariamente pelas televisões, e que, ao surgirem, nos leva a todos nós pensarmos, "olha, este já devia estar preso"... acontece que não estava e e não está, e, como se de uma imensa estação de tratamento de lixo se tratasse, Portugal transformou-se subitamente numa gigantesca montanha, onde todos os resíduos se acumularam, sem qualquer remoção. o Cavaquismo só produziu escroques, ladrões e assassinos. quando Dias Loureiro, um facínora, mandou disparar, na ponte, sobre os portugueses, já vinha a caminho o fedor dos epígonos, cada um pior do que o anterior, e via-mos a era dos licenciados a preceito, com o sr. Sócrates a servir de epígrafe a uma gigantesca lista telefónica, e onde o português finalmente percebeu que vivia num estado fora da lei. nunca como com cavaco, e com Sócrates, em 10 mais 6 anos se conseguiu destruir tanto, e em tão pouco tempo. o caso duarte lima, uma derradeira forma de vómito, num momento em que Portugal está em risco de perder a independência, com o rosto a mergulhar numa penumbra de pobreza, ao nível da áfrica subsariana, revelou que tem de vir a justiça de uma superpotência, em ascensão, mostrar que para ser exercida justiça em língua portuguesa, ela já tem de ser imposta de fora das vetustas fronteiras que Afonso III tão cedo fixou. para Portugal, chega de vexame e impunidade, chega de contornar as responsabilidades e de continuar a permitir a impunidade de todos estes rostos de facínoras que nos destruíram e retiraram a dignidade pessoal, histórica e nacional. antes apreciemos a nem sempre agradável, mas inevitável, metamorfose do Magrebe. tudo o que hoje estamos a presenciar merece ser considerado como o episódio final desta miserável telenovela, e chegou o momento dos garantidores da nossa soberania, os militares, assegurarem a última fronteira que nos resta, a do direito de indignação: com 23 anões atrás, o colossal anão Aníbal Cavaco Silva vai agora a caminho do Paraguai. talvez seja um bom dia, e uma boa ocasião para os militares dizerem ao seu comandante supremo que deverá partir, para já não voltar. nós, portugueses e portuguesas, agradeceremos infinitamente.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

BCP numa só sessão transacciou 220,2 milhões de acções



Nunca tinham trocado de mãos tantas acções do Banco Comercial Português numa só sessão como no dia de hoje. Foram transaccionadas 220,2 milhões de acções, quatro vezes mais do que a média dos últimos seis meses.

As acções do banco liderado por Carlos Santos Ferreira encerraram a ganhar 3% para os 0,103 euros. No entanto, desceram durante a sessão aos 0,097 euros, um novo mínimo histórico. Pouco depois, também dispararam 9%.

Numa sessão com tanta volatilidade, foram negociadas 220,2 milhões de acções do BCP, uma quantidade nunca antes vista, desde que a cotada está em bolsa, em 1993. Já ontem, tinham sido transaccionados 180 milhões de títulos. A média diária dos últimos seis meses é de 48,7 milhões, o que mostra que a troca de acções tem sido intensa nos últimos dias.

Estes 200 milhões de acções transaccionadas representam, ainda assim, apenas 3% do total de acções do banco dispersas em bolsa: um total de 7,2 mil milhões de títulos.

A liquidez do banco tem sido elevada, numa altura em que o BCP está a negociar nos custos por acção mais baixos desde que se estreou em bolsa, devido à intensificação da crise da dívida na Europa e com os receios de uma exposição demasiada às dívidas dos países periféricos.

O banco avançou hoje, dez sessões depois da última subida. Não fechava no verde desde 27 de Outubro. E nesse período, em apenas uma sessão a liquidez foi inferior à média dos últimos seis meses.

O BCP acumula uma desvalorização de 80,01% desde o início do ano.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Banca em mínimos arrasta PSI-20 de novo para terreno negativo

Numa altura em que Itália está a negociar a aprovação das medidas de austeridade, em que é anunciado o novo primeiro-ministro grego – o que abre portas ao descongelamento da sexta tranche do primeiro programa de ajuda financeira externa, no valor de 8 mil milhões de euros – e em que a Alemanha garante que não está a debater com França a criação de uma Zona Euro unicamente composta pelos Estados mais fortes… estariam reunidos os ingredientes para as bolsas estarem a negociar em alta. Mas não é o caso.

A elevada volatilidade, a instabilidade no mercado da dívida e os receios de que a Europa não seja capaz de resolver a sua crise sem antes se afundarem mais alguns países são factores que estão a deixar os investidores exasperados.

Neste contexto, o sector financeiro continua a ser dos mais penalizados no Velho Continente, com a banca a perder 1%. E por cá não é excepção. Os quatro bancos cotados no PSI-20 atingiram mínimos históricos.

Em destaque pela negativa está o BCP, que marcou o valor mais baixo desde a sua entrada em bolsa quando se cotou nos 0,10 euros, a perder 9,09%. Neste momento, segue a cair 8,18%, a valer 0,101 euros.(...)

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

BCP encerrou em queda de 7,56% para o mínimo histórico

O índice PSI-20 recuou 1,25% para 5.673,27 pontos, com quatro cotadas a subir e 16 a descer. Isto num dia em que as principais praças europeias perderam entre 1,76% (Footsie) e 3,15% (AEX da holanda) e em que é o sector da banca a pressionar mais.

Na sessão de hoje, sete dos 20 títulos que integram o principal índice da bolsa nacional fixaram novos mínimos históricos.

A Portugal Telecom esteve entre as cotadas que mais pressionaram ao depreciar 1,63% para 4,90 euros, enquanto a Sonaecom desceu 0,77% para 1,289 euros. Já a Zon Multimédia declinou 0,70% para 1,992 euros, mas estreou um novo mínimo histórico nos 1,969 euros por acção.

A retalhista Jerónimo Martins declinou 1,96% para 12,74 euros e foi a cotada que mais pressionou na sessão de hoje.

O BCP encerrou em queda de 7,56% para o mínimo histórico de 0,11 euros por acção(...)

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Três bancos em mínimos históricos em dia de trambolhão na bolsa


A praça lisboeta segue a cair
mais de 3%, com o BCP, BPI e Banif nos mais baixos níveis de sempre. Portugal
Telecom está em mínimos de três anos.
A Grécia anunciou ontem que vai levar a referendo o novo programa de ajuda
financeira, o que desencadeou fortes receios de que o país entre em
incumprimento, uma vez que o forte descontentamento popular leva a crer que o
segundo resgate poderá ser “chumbado”.Este anúncio deixou os mercados
todos no vermelho, com as bolsas – asiáticas, europeias e futuros dos EUA -,
petróleo e euro a marcarem perdas substanciais.Por cá, não é excepção e
o PSI-20 mergulha 3,38% para 5.671,48 pontos, com apenas uma
cotada em alta.O sector financeiro é o que regista as maiores quedas,
com destaque para os novos mínimos históricos do BCP, BPI e Banif.
O banco liderado por Carlos Santos Ferreira afunda 12,26% para 0,136 euros,
um nível nunca antes visto (...).

Incumprimento bancário e crise penhoram casas a centenas de famílias em Sintra

Ao longo dos anos, João P. viu nos sucessivos créditos a solução para adiar os efeitos da crise. Hoje, protagoniza um dos mais de 800 casos de famílias do concelho de Sintra que viram os seus imóveis penhorados em 2011.
O empresário tinha um salário que rondava os quatro mil euros. Depois do encerramento da empresa que demorou anos a consolidar no mercado, a expropriação da residência onde vivia com a família fechou o capítulo iniciado com o acesso fácil ao crédito. "Era a única solução que tinha. Os clientes não pagavam e eu, para pagar a fornecedores e aos empregados, tive que recorrer ao crédito. Agora perdi tudo. Casa, carros e a qualidade de vida que tinha", disse o empresário à agência Lusa.

De acordo com dados fornecidos à Lusa pela juíza presidente do Tribunal de Comarca da Grande Lisboa Noroeste, Ana de Azeredo Coelho, de Janeiro até Junho deste ano foram feitas 883 diligências públicas de execução e em 2010 o número atingiu as 988 diligências. A responsável estima que 90% destes números corresponda à venda de imóveis.

Segundo um relatório dos juízes do Juízo de Execução da Grande Lisboa Noroeste de Março de 2011, relativamente ao valor dos créditos bancários em cobrança, sem incluir juros, o valor global dos processos a correr neste tribunal ascendia aos dois mil milhões de euros. Este valor engloba um período de 2003 até ao presente ano, estando pendentes 62.747 processos de execução.

Presidentes de juntas de freguesia do concelho de Sintra mostram-se preocupados com o aumento das penhoras de imóveis, adiantando já não terem condições para ajudar todas as pessoas que vão bater às portas das autarquias.

Segundo a autarca de Monte Abraão, Fátima Campos, as dificuldades económicas são cada vez mais sentidas na sua freguesia e, se até há meses atrás a junta se envolvia no processo de ajudar as pessoas a encontrar uma solução, agora, dado o aumento de pedidos de ajuda, já não é possível fazer esse trabalho. "Antigamente vinham cá de seis em seis meses pessoas que já não conseguiam pagar as suas casas, entretanto penhoradas pelos bancos. Agora temos pelo menos dois casos por mês", disse.

Segundo o presidente da Junta do Cacém, José Faustino, a penhora de casas nesta freguesia está a atingir números bastante elevados, comparativamente a outros anos. "Tenho sentido muito esse aumento porque os funcionários de execução vêm cá publicar os editais. Este ano tem sido fora do normal", disse, adiantando que os efeitos da crise se fazem sentir ao nível dos atendimentos, uma vez que há um aumento do pedido de respostas ao nível de alimentação e medicamentos.

Filipe Santos, autarca de Rio de Mouro, adiantou que todos os dias recebe editais do tribunal relativos a despejos e penhoras de habitações e de lojas. O autarca lamentou que neste período de crise a Seg. Social apenas disponha de uma técnica para trabalhar nesta freguesia, onde moram cerca de 50 mil pessoas, 30% das quais com baixos rendimentos.

Em Massamá, este ano houve um "grande aumento" de casos de penhoras de imóveis, contou o presidente Pedro Matias. Em 2011 já foram "penhoradas 91 casas", enquanto em 2010 foram 60.

"Temos ainda um dado novo que não tivemos o ano passado. Recebemos editais do tribunal relativos a 17 processos de insolvências de pessoa singular ou colectiva. Estes são os sinais da crise", adiantou.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
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DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"