quarta-feira, 14 de julho de 2010

BCP - A incrível história do banco


Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho. Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste "case study", para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.
1 Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples: cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco. Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo. Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período 'revolucionário' em que "a banca ao serviço do povo" se traduzia, aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor. Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da NovaRede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital. O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os administradores - que não tinham capital, mas tinham "know-how". Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo "engenheiro" - à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).
2 Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos. E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital. E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco. Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados perante as perdas em bolsa; aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em "off-shores" para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento. Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão - aliás, com o dinheiro dos depositantes - e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E, enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.
3 Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida "renovação" anunciada não passava de uma farsa. E descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração... do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias...
4 Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo - o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país - protegido de Sócrates, que lhe deu um museu do Estado para ele armazenar a sua colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa. E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo. E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das "off-shores", que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.
5 E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave - como, por exemplo, a própria falência, a prazo.
6 Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor "honoris causa" Stanley Ho - a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um "take over" sobre a administração do BCP, com o "agréement" do dr. Fernando Ulrich, do BPI. E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS. Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa 'dr.') - esse expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.
7 E eis como um banco, que era tão independente que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político - e logo o do Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão "opus dei", tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.
8 E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição? Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público. Pede e vai receber, porque há 'matérias de regime' que mesmo um governo com maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.
Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado. Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.

Moody's corta 'rating' de oito bancos portugueses


A agência de notação financeira Moody's cortou hoje o 'rating' de oito bancos portugueses, cinco descem um nível e a outros três são cortados dois níveis, na sequência do corte em dois níveis do 'rating' da dívida pública portuguesa.

Em comunicado, a agência indica que o 'rating' da Caixa Geral de Depósitos, do Santander Totta, do Banco Espírito Santo (BES), do Banco BPI e do Espírito Santo Financial Group foi revisto em baixa em um nível.

O Banco Comercial Português (BCP), o Montepio Geral e o Banif sofreram, por sua vez, um corte de dois níveis.

O 'rating' atribuído ao Banco Português de Negócios, de Baa3/Prime-3 a ser analisado para um possível corte, manteve-se inalterado.

"O corte no 'rating' da dívida dos oito bancos portugueses reflecte a capacidade reduzida do Governo em apoiar os bancos", afirma a vice presidente adjunta, e responsável pela avaliação dos bancos portugueses na Moody's, Maria-Jose Mori, no comunicado.

No caso do Santander Totta, BES e BPI, o corte que foi apenas de um nível é explicado pela maior flexibilidade financeira que lhes permite compensar o impacto de um menor apoio sistémico.

A agência sublinha ainda que, no caso destes três bancos, a probabilidade de existir apoio sistémico disponível para estes bancos é maior uma vez que dispõem de um papel proeminente dentro do sistema financeiro português.

No caso do BCP, Montepio Geral e Banif, os bancos tinham um 'rating' individual mais baixo sofreram um corte de dois níveis por estarem "mais expostos a um enfraquecimento do apoio sistémico".

A Caixa Geral de Depósitos é a excepção, que vê o seu 'rating' ser cortado em apenas um nível apesar do seu 'rating' individual ser mais baixo, porque continua a beneficiar de um forte apoio sistémico devido à sua dimensão e condição de banco completamente detido pelo Estado.

O 'rating' do Espírito Santo Financial Group foi cortado em um nível porque o 'rating' do BES foi também cortado e este é o principal elemento a ter em conta na avaliação a realizar ao banco.


OBS:

Credit Suisse faz avaliação negativa do BCP

O BCP foi hoje alvo de um 'downgrade' por parte da Moody's, cujo 'rating' passou de A1 para A3, com 'outlook' negativo.

O Credit Suisse iniciou a cobertura dos títulos do BCP com uma recomendação de ‘underperform’ e um preço-alvo de 66 cêntimos.

Na primeira avaliação ao BCP, os analistas do Credit Suisse (CS) mostram-se preocupados com a evolução dos títulos do banco liderado por Carlos Santos Ferreira nos próximos 12 meses e apresentam uma recomendação de ‘underperform' com um preço-alvo de 66 cêntimos.


http://economico.sapo.pt/noticias/credit-suisse-faz-avaliacao-negativa-do-bcp_94550.html

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Bancos, Boatos, stress e histeria colectiva


Gente: o boato é falso. Vá à janela, espreite para a rua e veja a porta do BCP aberta. É segunda-feira e Nostradamus falhou outra vez a previsão do fim-do-mundo. A banca está sã e salva? Salva está, sã é que não.

O boato sobre a alegada falência do BCP teve segunda vida nas últimas semanas (a primeira foi em 2008), começou no Norte e multiplicou-se da tal forma na sexta-feira que se fez o que nunca se faz: desmentir um boato é amplificá-lo. Até o Governo falou disso sem falar e o Negócios sabe que há preocupações no Executivo quanto à propagação oportunística deste tipo de rumores, que podem metastizar-se nas próximas semanas.

Este boato, que assegurava que o BCP seria intervencionado este fim-de-semana (as intervenções são sempre ao fim-de-semana...) e hoje já não abriria as portas, foi aceite até por gente informada e influente, após um vírus galopante na Internet. Depois do "spam" e do "phishing", o "hoax": histórias falsas na rede.

Sucede que este boato foi difundido aparentemente de modo profissional, a partir de números telefónicos que não existem e de servidores "offshore". Quer uma teoria da conspiração? Escolha você mesmo: é fácil encontrar gente que teria a ganhar com a queda do BCP... Dos "short sellers" a clientes e investidores a contas com o banco, passando pelas bruxas caçadas nos últimos anos, até concorrentes portugueses que precisam de despistar atenções e estrangeiros que andam a abrir contas para portugueses... O problema é que o boato pode provocar o que preconiza. Se os clientes lhe derem credibilidade, acorrem aos levantamentos e a isso nenhum banco resiste.

Mas há outra razão para o boato se ter tornado credível: o medo. Nos últimos anos, aprendemos que os bancos são cavalos que também se abatem. "Quem tem medo não faz outra coisa a não ser sentir rumores", escreveu Acrisio. Qualquer dia batemos contra a parede, verbalizou Fernando Ulrich.

O boato é falso mas o contexto é pois verdadeiro. Como disse Paulo Pinho no "Expresso", até os bancos estão com medo da sombra. É por isso que não emprestam dinheiro uns aos outros. O que não é um problema nem do BCP nem português, mas europeu. Por isso os "testes de stress" podem ser importantes: ao exporem as contas dos bancos à simulação de situações extremas, teremos atestados de viabilidade ou de falta dela. Desde que os testes sejam exigentes. Até à sua divulgação, no dia 23, podemos esperar mais rumores. Veremos o que faz o Banco de Portugal; veremos se tem credibilidade para ser ouvido. Se falar...

Há falta de liquidez na banca europeia, que vai precisar mais capital. O processo de "desendividamento" da economia mal começou, mas muitas empresas já têm linhas de crédito fechadas. Não é por acaso que dois bancos disseram não à Estradas de Portugal. Não é um problema da EP, é um problema da banca. Nem é por acaso que o BES votou a favor da venda da Vivo - adivinhe em que banco seriam depositados aqueles 7,15 mil milhões de euros...

O Banco Central Europeu é o salvador. Está a emprestar dinheiro à banca, sem o qual a economia estaria congelada há meses. Os próximos meses vão ser muito difíceis para a banca e para quem precisa de crédito. O "risco sistémico" continua a ser a garantia de que um banco relevante não cairá. Mesmo quando a nova vaga desta crise financeira infernal chegasse. Ei-la. Só há uma forma de combater o medo e o boato: com informação. Lembra-se? A Gripe A não foi assim há tanto tempo...

O BCP e o poder das redes sociais


O boato surgiu, de mansinho, por ‘email’ ou por ‘sms’, a falar de ‘dificuldades financeiras’ no BCP. Ao longo das últimas semanas as mensagens foram crescendo de intensidade, entraram nos ‘blogues’ e no ‘facebook’ e chegaram a tanta gente que, na última sexta-feira, atingiram o auge.

Quase todos sabiam, por um amigo ou conhecido, que algo de grave se estava a passar no BCP. O fenómeno que parece ter começado pelo Norte, passando depois pelo Algarve até chegar em força a Lisboa, dava conta de uma intervenção iminente do Estado: uma nacionalização. Mas também havia quem dissesse que a administração do banco se ia demitir em bloco na próxima quarta-feira ou que um conhecido gestor já tinha tirado todo o dinheiro que tinha no banco e a secretária estava a telefonar aos amigos para que fizessem o mesmo.

O cenário traçado era, por isso, quase dantesco e os responsáveis da instituição viam-se impotentes para travar um fenómeno ampliado pelas chamadas redes sociais, com tudo o que dissessem a poder ser usado contra eles. Até as declarações de António Ramalho, administrador do BCP responsável pela tesouraria, de que "o mercado internacional já tomou nota de que o BCP não tem problemas de financiamento" e que o banco já não tinha de fazer mais amortizações até ao final do ano, foram apontadas como um sinal de que algo ia mal no banco. Se assim não fosse, que razões levariam um administrador do BCP a vir dizer que tudo estava bem, perguntavam os profetas da desgraça?

A força e a repercussão dos boatos levaram mesmo o presidente do banco a escrever uma carta aos colaboradores para os tranquilizar. Carlos Santos Ferreira falou num "conjunto de rumores que atentam contra a solidez do Millennium bcp, à semelhança do que ocorreu, como nos lembramos, no último trimestre de 2008". Com efeito, esta situação não é virgem e já atingiu o BCP e outros bancos no passado, sendo depois esvaziada pela realidade. Mas como também já houve problemas em alguns bancos que apanharam clientes e accionistas desprevenidos, casos do BPP e do BPN, muitos podem pensar como os espanhóis: "no creo en brujas, pero que las hay, las hay". Em todo o caso, mesmo para os mais cépticos, valerá a pena esperar pelo resultado dos ‘stress tests' que estão a ser realizados pelo Comité dos Supervisores Bancários Europeus aos bancos dos países do Sul da Europa e cujos resultados serão divulgados no próximo dia 23.

Os responsáveis do BCP têm-se remetido a um prudente silêncio, porque não vale a pena lutar contra inimigos que não se vêem. Mas alguns banqueiros respondem à questão dizendo que as relações interbancárias já são suficientemente poderosas para que nada de mau aconteça, sobretudo a um grande banco. Conhecido é o reporte da situação à CMVM e que uma queixa será apresentada hoje à Procuradoria-Geral da República para que a Polícia Judiciária investigue a origem e os autores dos rumores. Se o movimento for, como se pensa, organizado, essa identificação não será fácil. Para já fica, uma vez mais demonstrado, para o bem e para o mal, o poder das redes sociais

domingo, 11 de julho de 2010

Governo deve "nacionalizar tudo e começar tudo de novo"


Berardo perspectiva "um problema dramático nos próximos cinco anos" para a economia nacional. "Estamos a brincar com o lume. Portugal está completamente endividado"

O empresário Joe Berardo defendeu hoje, em entrevista à Agência Lusa que uma das soluções para Portugal sair da actual crise financeira passa pelo Governo "nacionalizar tudo e começar tudo de novo".

O comendador considerou que se perspectiva "um problema dramático nos próximos cinco anos" para a economia nacional.

"Estamos a brincar com o lume. Portugal está completamente endividado, ao nível do Governo, das empresas e privados", opinou, acrescentando que o país "não se pode dar ao luxo" de fazer exigências. Berardo sublinha que "as pessoas ainda não compreenderam que não há alternativa e não podemos justificar este endividamento".

O empresário madeirense defende ser necessário "negociar uma globalidade e andar com o problema para a frente porque o dinheiro virtual que não está a ser contabilisticamente apreciado vai ser uma dor de cabeça".

"Empurramos este problema com a barriga mas vai chegar o dia em que acho que vai ser tudo nacionalizado", diz.

Para Joe Berardo, a situação de Portugal neste contexto de crise "não é tão drástica como na restante economia mundial", porque pela sua dimensão "não arrisca muito, sendo arrastado para o que é bom e para o que é mau".

O empresário salienta que os problemas económicos e financeiros assolam vários países, incluindo o Japão, o que levou o primeiro ministro a "declarar bancarrota". E refere que "as pessoas não querem fazer os sacrifícios necessários", realçando que todo o processo "foi mal conduzido nos últimos tempos", classificando de "o maior roubo à humanidade, o que estão a fazer nos offshores, que são casinos sem regulamentos".

Berardo critica os governos mundiais por não terem "optimizado os regulamentos para acabar com as malandrices nos offshores, tanto por franceses, como europeus e africanos". "Foi uma meia dúzia de homens que manipularam estas situações e estão a gozar da humanidade e vamos todos sofrer com isso", conclui.

Presidente do BCP tranquiliza colaboradores


O presidente do BCP enviou um e-mail aos seus colaboradores onde os tranquiliza quando à situação do banco
.

A missiva de Carlos Santos Ferreira surge no seguimento de boatos difundidos por sms e e-mail que levantam a suspeita de o banco estar a enfrentar dificuldades, rumor que o BCP desmente.


ALGUNS COMENTÁRIOS:

peixe da costa, | 11/07/10 16:33
...bem, por um lado o sr.Ferreira vem dizer:calma,não se passa nada.
- Por outro, Joe, vem dizer: a solução é nacionalisar ?!
- Estranho... muito estranho mesmo !!!!!!!!!!!!!!!!!!

Pinto, Braga | 11/07/10 16:14
Estes boatos são muito prejudiciais para a imagem de qualquer empresa, muito mais para um grande banco como o BCP, mas não acredito em nada do que dizem.
Muita gente vai tirar proveito da situação, acredito que o inicio da sessão de segunda feira a acção vai caír e depois recuperar.
Muitas pessoas vão tirar o pé da lama a custa de tais barbaridades.
Bons negocios

REALIDADE, | 11/07/10 15:48
E E MESMO VERDADE, OS GAJOS TAO MESMO DE AFLITOS. E NAO SAO SO ESTES, SAO TODOS. AS PESSOAS QUE COMECEM E A COMPRAR OURO EM BARRAS PEQUENAS OU EM LIBRA, OU ENTAO SE DEIXAM AS POUPANÇAS NOS BANCOS BEM VAO FICAR SEM NADA.

AG, | 11/07/10 14:12
CORRECÇÃO : Parece que esta semana alguem negociou com o BIS um swap de curto prazo com 350 toneladas de ouro. O WSJ primeiro noticiou que tinha sido um banco central europeu a realizar a operação, para mais tarde corrigir dizendo que foi um ou mais bancos COMERCIAIS. A suspeita fica no ar, porque 350 toneladas é uma quantidade muito elevada; para ter em contexto o Banco de Portugal guarda 380 toneladas de reserva, Espanha 220 e Grécia 119. http://www.gata.org/node/8803

AG, | 11/07/10 13:40
Parece que esta semana alguem negociou com o BIS um swap de curto prazo com 350 toneladas de ouro. O WSJ primeiro noticiou que tinha sido um banco central europeu a realizar a operação, para mais tarde corrigir dizendo que foi um ou mais bancos centrais. A suspeita fica no ar, porque 350 toneladas é uma quantidade muito elevada; para ter em contexto o Banco de Portugal guarda 380 toneladas de reserva, Espanha 220 e Grécia 119. http://www.gata.org/node/8803

EMVP, Setúbal | 11/07/10 12:37
Acho graça aos comentários dos que se endividaram sabendo que não tinham capacidade para pagar. Parecem meninos de sete anos (a culpa é do Banco que nos deixou endividar e agora quer cobrar!!!).
Até parece que os Bancos os obrigaram a pedir e a gozar o que não tinham e que os clientes cumpridores à custa de grandes sacrifícios deviam pagar por eles.
Grande parte da crise em que estamos é culpa desses inconscientes aproveitadores.

MMMM, BARREIRO | 11/07/10 11:41
GOVERNO VENDER TUDO, É DE LOUCOS!!!
AS PRIVATIZAÇÕES, INCLUSIVE A DA PT ESTA-SE A VER.VENDER MAIS CHEGA AGORA SÃO OS PORTUGUESES, QUE EM IMPOSTOS TERÃO DE PAGAR AS VIDAS QUE ATÉ AGORA, FORAM FACILITADAS.PAGUEMOS TODOS A CRISE, E DIMINUEM AS REFORMAS CHORUDAS, QUE NÃO TEM RAZÃO DE EXISTIREM!!!DISCRIMINAÇÕES!!

Salomão, Lisboa | 11/07/10 11:38
Questões de credibilidade e ética.
A Carta do Presidente do BCP permite inúmeros comentários de clientes que se têm sentido atraiçoados pelo comportamento dos seus responsáveis após o último trimestre de 2008, em especial a forma como facilitaram antes o endividamento dos seus clientes e depois os abandonaram, entregando-os à Justiça e vendendo os seus créditos a Empresas privadas de cobrança de dívidas.

Antonio, Allentejo | 11/07/10 10:26
As acções do BCP a preço de 1 bica são o resultado da estratégia dos novos donos do BCP e, agora Berard também queres ser nacinalizado?!
Cá se fazem cá se pagam!

Antonio, Allentejo | 11/07/10 10:16
As acções do BCP a preço de 1 bica são o resultado da estratégia dos novos donos do BCP e, agora Berard também queres ser nacinalizado?!
Cá se fazem cá se pagam!

Susana, Lisboa | 11/07/10 09:15
TRATAMENTO DE ENDIVIDADOS!
Pela forma como os responsáveis do Millennium BCP têm tratado dos seus clientes endividados, não me custa afirmar, que têm aquilo que merecem!

Don Sebastião, | 11/07/10 09:09
Triste pátria que abrigas gente tão mal formada!!!
- Os que lançam boatos!
- Os que esperam benefícios pessoais, mesmo à custa da desgraça dos outros!
- Os que são capazes de matar o irmão, ao seu lado, para melhorar um pouco mais a sua posição (riqueza!);
- Os que dizem mal da sua própria pátria, a troco de nada!
- Os que são capazes de deitar abaixo um povo, o seu povo, a pensar em tirar daí algum proveito.
Pátria que não precisa que outros povos digam mal de si, porque dessa gente temos cá muita!!!!

Pedro, Lisboa | 11/07/10 07:53
Dentro de dias vamos saber os resultados dos stress tests à banca europeia. Os bancos portugeses estão a ser testados (os 4 grandes) nessa altura se verá o que se passa. Mas para falir quase que jurava não está nenhum banco.

¨José Peixoto, portela | 11/07/10 03:10
Como é que com povo destes ,tirando um ou outro comentário que até se aproveitam se espera que este país vá longe! Comentam noticias sem as lerem e o pior ainda é que nem sequer as sabem intrepertar já para não falar da ignorancia total de alguns,que pelos vistos comentam noticias sem saber porque o fazem.ANALFABETOS E INVEJOSOS. o MILLENNIUM BCP HÁ-DE COMTINUAR A SER UM DOS MAIORES BANCOS EUROPEUS.Quem foi despedido pelo millennium por não querer fazer nenhum, não tem o direito de fazer uma coisa destas.

João Maria Mello Correa da Silva Côtto, Cascais | 10/07/10 23:46
Parabéns a quem concebeu esta genial ideia!!!!!...Assim é que é!!!!.... Vamos correr com esta escória do PS de lá e voltar a pôr o respeitável Dr.Jardim Gonçalves!!!! FORÇA!!!!!!!!!!!!!!!

José Imaginário, | 10/07/10 23:29
Já se estava à espera que este banco de maior banco privado passa-se para area da governação Socialista que onde toca tudo leva à falencia e num tempio mais ou menos proximo deixa-se de ser maior e privado e fosse nacionalizado. Quem conhece a origem deste banco sabe que existia um grande amargo de boca entre os membros do PARTIDO SOCIALISTA por este banco ter começado no tempo de Cavaco Silva e ter crescido da maneira que todos vimos. Pelo menos um já abandonou o barco que foi o Vara porquê? Ele lá saberá e como é habito dizer - Os ratos são os primeiros a abandonar o barco. Tirem as conclusões........

cantas bem mas não me alegras, | 10/07/10 23:04
eu tinha 1 milhão no BCP mas por via das coisas já o retirei, todinho...!!!
não vá o diabo ter razão !!!

vguerr, Lisboa | 10/07/10 22:55
e tenho andado por cá a pensar uma coisa por estes dias. O ataque da telefónica à pt no brasil, nesta altura, acenando com alguns milhões - para a telefónica são mesmo, alguns milhões, tal a dimensão que eles têm - aos accionistas da pt - cgd, bcp, etc, etc... será que eles já não estão fartos de saber da realidade da banca nacional, e não nos ofereceram uma alternativa que nós não aceitamos. E senão aceitamos a oferta da Telefónica, e alguns bancos falirem mesmo, qual é a responsabilidade moral de quem não aceitou, ou impediu esse negócio para com os clientes desses bancos? Deixem-me cá ver, hmmmmmmm, provavelmente nenhuma. O gajo não deve querer saber disso. sabem quem é o gajo? Adivinhem lá.

poisnaosei, | 10/07/10 22:45
Mais valia o Santos Ferreira estar calado!... Aquilo mais parece o discurso do Cruzado as tropa no interior de Jerusalem, quando se levantava o boato que Saladino estava a caminho!..
Tem o efeito contra-procedente!..

armindo , Povoa de varzim | 10/07/10 22:42
Para Rui Cavalheiros de Lisboa:
Se o bcp declara-se falência, o estado só tinha que o nacionalizar para não decorrer uma bancarrota no pais inteiro, e sabes porquê? Eu digo-te. A cgd e a edp são accionistas do bcp, logo se o bcp fosse "à vida", o estado ia perder directamente " uns milhões", com as suas procissões que tem no bcp. Para quem não sabe o bcp é o banco de referencia de varias instituições publicas para receberem o dinheiro de impostos, taxas...( para dar um exemplo, para quem é de povoa de varzim certamente já reparou que na repartição das finanças o terminal de pagamentos é do banco BCP, isto quer dizer nós estamos a dar dinheiro dos nossos impostos para serem depositados à guarda do bcp). Quer dizer se o bcp falir o estado perde uma fatia dos impostos e taxas que os portugueses pagaram, que sinceramente não sei qual o valor, mas devem ser mais uns milhões. Mais se o bcp falir, a confiança dos portugueses nos bancos vai ficar tão afectada que todos correrão a levantar as suas poupanças, que estes todos ( incluindo cgd) acabarão por cair também, e consigo o estado também cai, e o pais é posto à venda a preço de saldos para quem quiser. Os clientes do bcp não devem ficar preocupados, pois fala-se muito do bcp, mas isto é só inveja, pois um banco que apenas tem 25 anos ( apesar de ter sido mal gerido por algum tempo) ser o maior banco privado de portugal, dá muita dor de cotovelo a muita gente, nomeadamente a um que lidera um banco que existe á cerca de 140 anos que não vou dizer quem é ,lol, mas parece que precisa de dinheiro urgentemente como se viu no caso "vivo".

Correia Matos, Lisboa | 10/07/10 22:42
O problema do BCP e dos restantes bancos não é falta de liquidez (essa é providenciada pelo BCE). O problema é a falta de solvabilidade. A maior parte dos activos dos bancos portugueses estão sobrevalorizados nos seus balanços. Muitos activos ainda não foram reavaliados tendo em conta as novas realidades do mercado. Isso leva a que os balanços dos bancos pareçam mais saudáveis do que aquilo que são. O problema é que se o banco quiser descontar esses activos no BCE, será obrigado a reconhecer as perdas, o que o levará a uma situação de falência. E esse é o grande dilema dos bancos nacionais. O problema só pode ser resolvido com uma injecção de capital que coloque os rácios num nível saudável. Esta é a única solução para que o BCP continue a operar. Não vale a pena aos bancos refugiarem-se em subterfúgios contabilísticos. Vide a experiência dos zombie banks no Japão.

vguerr, Lisboa | 10/07/10 22:32
Eu, desde aquele dia em que os do BCP passaram aquele anúncio "encosta-te a mim" que fiquei logo muito desconfiado. Também não gostei muito daquele do da navalha, porque isto foi na altura em que nos estados unidos- e por cá no BPP - as contas dos clientes foram todas rapadinhas e eu quando via esse anúncio do gajo a passar a lamina pela espuma só me lembrava: e se os gajos também fazem isto às contas! Até sentia calafrios. Um horror. Já este dos passarinhos acho muito bonito. Aquele Melro do Jorge Gabriel deve de ganhar uma pipa de massa cada vez que me entra pelo computador adentro.

joao-paredes, paredes | 10/07/10 22:13
OS BANCOS NESTE MOMENTO ESTÃO A PASSAR POR DIFICULDADES SERIAS. NÃO TÊM DINHEIRO PARA EMPRESTAR ÁS EMPRESAS, TÊM CENTENAS DE MILHÕES DE EUROS POR RECEBER NO CRÉDITO Á HABITAÇÃO(CREDITO MAL PARADO), COBRAM TAXAS ELEVADAS NOS MOVIMENTOS DAS EMPRESAS, SUBIRAM OS JUROS ÁS EMPRESAS, DEVOLVEM SIMPLESMENTE UM CHEQUE QUE TENHA UMA LIGEIRISSIMA RASURA. RECEBERAM GARANTIAS BANCARIAS POR PARTE DO ESTADO (PARA GARANTIREM ESTABILIDADE FINANCEIRA DO PAÍS (AH AH AH). RESUMINDO HÁ MUITAS PESSOAS A GUARDEREM O DINHEIRO EM CASA EM COFRES. ABRAM AS PESTANAS TENHAM CUIDADO.

Anónimo, Aveiro | 10/07/10 21:50
Recentemente adquiri um apartamento e solicitei crédito ao BCP,acertei com eles um spread de 0,85%,o processo foi desenrolando-se fizeram avaliação e tudo a correr ás 1000 maravilhas.
A dias de receber as minutas para escriturar ligaram-me a dizer que não podiam cumprir o que foi acordado que a tabela de spread's tinha sido alterada(no fim do processo??) e que meu spread ia para 1,20%.
Fui a outro banco e ainda me safei a tempo,mas atrasou-me o negócio com as partes a pressionarem-me.
Acabei a ligação com eles e vou "documentar" todo o meu processo á DECO,provedor de cliente e banco de Portugal pois são pessoas de má fé e com uma falta de palavra inacreditável.
Não quero mais nada com a instituição tão cedo.Factos são factos e isto aconteceu comigo.

Fernando Costa, Linda-a-Velha | 10/07/10 21:19
Não se lembram dos accionistas a quem foram vendidas acções a 3 e 4 euros e que agora valem menos de um euro. Um banco destes não tem qualquer credibilidade.

Imediatamente, | 10/07/10 20:55
Tirem o dinheiro dos bancos e coloquem-no em casa. Mais vale prevenir futuras desilusões! Lembram-se do BPP que ninguém conseguia levantar o dinheiro?

Ana Pedro, Porto | 10/07/10 20:45
Que se ponham a pau quem lá tem o dinheiro porque cá nesta terrinha de parolos eles não se fazem rogados, a fazer decretos leis para sacar o dinheiro dos clientes, eu sei do que estou a falar! Escudam-se com as leis, pagam o risco sistémico e mandam os clientes à vida ,eu sei que custa a acreditar a mim aconteceu-me o mesmo, não acreditei quando me avisaram e o que tive até hoje, foi uma mão cheio de promessas e conversas e dinheiro nada já vai para 2 anos. Eles brincam connosco nas calmas é uma vergonha!!!

Pedro Carreira, Lisboa | 10/07/10 20:43
O problema é que não é só o BCP. Todos os bancos tugas estão na mesma situação!

Carlos Queiroz, Africa do Sul | 10/07/10 20:41
Ainda bem que este não é o meu banco. Ui.

Oliveira, Parede | 10/07/10 20:39
Segunda-feira vai ser bonito, vai. Ainda bem que eu não tenho conta nesse banco.

Ana Carlos, Viseu | 10/07/10 20:38
Eu ja tirei o meu pé de meia desse banco. Desde que foi para lá o Vara que não confio nessa gente.

iur campos, Amadora | 10/07/10 20:36
NAO A FUMO SEM FOGO POIS SE NAO VAI SER O BONITO VAI

BANCARROTA, | 10/07/10 20:34
Em caso de dúvida?

Pedro, Lx | 10/07/10 20:33
O Banco de Portugal e o Governo estão a trabalhar para garantir que o pânico não se espalhe aos restantes bancos. BCP precisa de liquidez imediata para continuar a assumir as suas obrigações.

Antonio, Lisboa | 10/07/10 20:28
Confirmam-se os boatos. O BCP está a ser alvo de uma inspecção por parte do Banco de Portugal. 2ª feira de manhã será emitido um comunicado em que se dirá que o BCP passa para a esfera do grupo CGD. O BCE irá dar as garantias à CGD para se financiar no mercado.

Luís Marques, | 10/07/10 19:56
Há alguns meses que tirei deste banco todos os meus actvos, por falta de confiança nessa gente.

gogo, gnjcituowhtiopuwhop | 10/07/10 19:49
reunem-se e gastem outra vez so na reunião 1 milhão de euros so para ver o espetaculo degradante do madeirense americano com as gambias no ar,parcia ele que tinha marcado um golo.parvalhões

Francisco, | 10/07/10 19:41
O Millennium faz-me lembrar o ministro iraquiano que dizia que as tropas dos EUA , ainda não tinham entrado no país, no entanto já estavam á entrada da cidade. O MILLENNIUM BCP tem os Boys escolhidos pelo PS para formar a "perfeita ditadura", e o banco será outro BPN que ficará sem crédito no estrangeiro e o governo português terá de ir salvá-lo á conta dos nossos impostos. Não há fumo sem fogo. TIREM DE LÁ O VOSSO DINHEIRO, JÁ !! Caso contrário é como o anúncio da imobiliária JÁ ERA.

jr, | 10/07/10 19:30
só quem não conhece a instituiçao poderá apontar-lhe a falta de credibilidade... o problema é que dos grandes toda a gente fala... é assim no futebol (com o caso do benfica), por exemplo! ja se viu que ate mm o estado portugues nao tem credibilidade nenhuma la fora (basta olhar para os numeros das agencias de rating), e qual é a instituiçao com melhor rating??? ah pois é,ninguem sabe... simplesmente o Mbcp seus burros!!! simplesmente vivemos num país de gente burra e oportunista, infelizmente...

jardim g., | 10/07/10 19:25
se o jardim g. ainda lá estivesse... já tinhamos outro BPP ou BPN. assim anda-se nas escondidas.

antivara, | 10/07/10 19:15
È o que se chama declaração Tom Saywer: " as noticias da minha morte foram grandemente exageradas". Ou algo assim.

favouco, Lua | 10/07/10 19:15
Claro que um banco cheio de oportunistas e abutres, com reformas e mordomias vitalicias não se vai aguentar

Entalado, | 10/07/10 19:11
Pois... quanto mais desmentem... o que até parece ser o caso, mais enterrados estão... isto vai ser um banho de sangue...

zeka, | 10/07/10 18:55
sem duvida, assim nao vamos lá.
será que os portugueses são tão burros que ainda acreditam nisto????
esta malta nem de si mesmo gostam, por estas e por outras é vamos continuar, pormuitos anos, a ser um pais do terceiro mundo.
vamos é levantar o pais nao puchala para baixo.
cunprimentos

terça-feira, 6 de julho de 2010

Um euro valerá um dólar já no próximo ano


Analistas antecipam perda de valor continuada da moeda única, que deverá atingir a paridade com o dólar no próximo ano.

Shaun Osborne, chefe da unidade de divisas da TD Scurities, em Toronto, estima que o euro vai cair para 1,13 dólares no terceiro trimestre, devendo continuar a resvalar até ao final do ano até aos 1,08 dólares.

A tendência de queda do euro deve continuar em 2011, ano em que poderá atingir a paridade com a divisa norte-americana, antes de voltar a recuperar, diz Osborne.

Outros nove analistas sondados pela Bloomberg alinham pelo mesmo cenário, antecipando um euro mais fraco nos próximos dois trimestres.

"Não pensamos que a desvalorização do euro face ao dólar chegou ao fim", diz Callum Henderson, analista da Standard Chartered, em Singapura.

Henderson prevê que a moeda única pode chegar aos 1,10 dólares no final deste trimestre.

Também Avery Shenfeld, economista chefe da CIBS, vê o euro a valer 1,18 dólares no terceiro trimestre.

Nos primeiros seis meses do ano, o euro resvalou 15% face ao dólar, devido aos receios de que os défices recordes de países como a Irlanda, Portugal e Grécia obrigassem os governos a cortar nos gastos e reduzir as estimativas de crescimento.

A arrastar o euro esteve também a crise de dívida soberana na Europa. Isto apesar do pacote de 750 mil milhões de euros montado pela União Europeia e pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) para evitar incumprimentos.

"Vai ser um ambiente muito desafiante para estas economias tentarem ganhar competitividade internamente dentro da zona euro", afirma Osborne.

Na sessão de hoje, o euro negoceia nos 1,2582 dólares.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
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DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"