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segunda-feira, 12 de julho de 2010

O BCP e o poder das redes sociais


O boato surgiu, de mansinho, por ‘email’ ou por ‘sms’, a falar de ‘dificuldades financeiras’ no BCP. Ao longo das últimas semanas as mensagens foram crescendo de intensidade, entraram nos ‘blogues’ e no ‘facebook’ e chegaram a tanta gente que, na última sexta-feira, atingiram o auge.

Quase todos sabiam, por um amigo ou conhecido, que algo de grave se estava a passar no BCP. O fenómeno que parece ter começado pelo Norte, passando depois pelo Algarve até chegar em força a Lisboa, dava conta de uma intervenção iminente do Estado: uma nacionalização. Mas também havia quem dissesse que a administração do banco se ia demitir em bloco na próxima quarta-feira ou que um conhecido gestor já tinha tirado todo o dinheiro que tinha no banco e a secretária estava a telefonar aos amigos para que fizessem o mesmo.

O cenário traçado era, por isso, quase dantesco e os responsáveis da instituição viam-se impotentes para travar um fenómeno ampliado pelas chamadas redes sociais, com tudo o que dissessem a poder ser usado contra eles. Até as declarações de António Ramalho, administrador do BCP responsável pela tesouraria, de que "o mercado internacional já tomou nota de que o BCP não tem problemas de financiamento" e que o banco já não tinha de fazer mais amortizações até ao final do ano, foram apontadas como um sinal de que algo ia mal no banco. Se assim não fosse, que razões levariam um administrador do BCP a vir dizer que tudo estava bem, perguntavam os profetas da desgraça?

A força e a repercussão dos boatos levaram mesmo o presidente do banco a escrever uma carta aos colaboradores para os tranquilizar. Carlos Santos Ferreira falou num "conjunto de rumores que atentam contra a solidez do Millennium bcp, à semelhança do que ocorreu, como nos lembramos, no último trimestre de 2008". Com efeito, esta situação não é virgem e já atingiu o BCP e outros bancos no passado, sendo depois esvaziada pela realidade. Mas como também já houve problemas em alguns bancos que apanharam clientes e accionistas desprevenidos, casos do BPP e do BPN, muitos podem pensar como os espanhóis: "no creo en brujas, pero que las hay, las hay". Em todo o caso, mesmo para os mais cépticos, valerá a pena esperar pelo resultado dos ‘stress tests' que estão a ser realizados pelo Comité dos Supervisores Bancários Europeus aos bancos dos países do Sul da Europa e cujos resultados serão divulgados no próximo dia 23.

Os responsáveis do BCP têm-se remetido a um prudente silêncio, porque não vale a pena lutar contra inimigos que não se vêem. Mas alguns banqueiros respondem à questão dizendo que as relações interbancárias já são suficientemente poderosas para que nada de mau aconteça, sobretudo a um grande banco. Conhecido é o reporte da situação à CMVM e que uma queixa será apresentada hoje à Procuradoria-Geral da República para que a Polícia Judiciária investigue a origem e os autores dos rumores. Se o movimento for, como se pensa, organizado, essa identificação não será fácil. Para já fica, uma vez mais demonstrado, para o bem e para o mal, o poder das redes sociais

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Crise - Mundo deve estagnar durante 10 anos


O Prémio Nobel da Economia de 2008, Paul Krugman, alertou hoje para o facto de que a economia mundial pode ficar em estado de semi-estagnação durante uma década.

“O mundo no seu todo está a parecer-se bastante com o Japão durante a sua ‘década perdida’”, disse hoje Krugman durante um fórum em Taipei, capital de Taiwan, citado pela Bloomberg.
“Estou muito optimista sobre o mundo em, diremos, 2030. São os próximos dez anos ou coisa assim que me preocupam”, acrescentou o Nobel da Economia.
O especialista adiantou que, embora uma repetição da Grande Depressão dos anos 30 seja agora menos provável, a economia global enfrenta um fraco consumo privado e um nível elevado de desemprego nos EUA e na Europa que não deverá descer.
Entre as semelhanças com os problemas do Japão, Krugman incluiu um sistema financeiro em dificuldades, a fraca procura e o “apoio orçamental útil, mas limitado” por parte dos governos.
Na verdade, disse o Nobel da Economia, a recessão global é “pior do que o Japão na sua ‘década perdida’, porque a quebra inicial foi mais profunda e, ao contrário dos nipónicos, o mundo não pode comerciar com o exterior a saída da crise”.
“Se todo o planeta fosse registar um forte excedente comercial [como fez o Japão durante a ‘década perdida’] teremos de encontrar outro mundo com o qual fazer trocas comerciais”, disse Krugman.
As previsões de Krugman são similares às do também Prémio Nobel da Economia Joseph Stiglitz, bem como do antigo presidente do Banco Mundial James Wofensohn.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Eureko corta posição no BCP de 9,95% para 2,52%


A Eureko cortou a sua participação no BCP para pouco mais de 2%, deixando de ser um dos principais accionistas.

O grupo holandês - que era o terceiro maior accionista do BCP - reduziu a sua participação para 2,52%, o que compara com os 9,95% anteriormente reportados, sendo que parte desta posição resultava de um acordo celebrado com o JP Morgan em Setembro de 2007 que também foi desfeito.
A redução da posição da Eureko no BCP foi concluída durante a sessão de hoje. Em comunicado, o grupo explica que alienou 87,8 milhões de acções fora do mercado e vendeu outros 27,6 milhões de títulos do banco em bolsa.
Há, no entanto, dois factores importantes a recordar. O primeiro é que a Eureko foi um dos poucos accionistas a votar contra a extinção do Conselho Superior na última assembleia geral de accionistas do BCP.
O segundo factor é que, nos últimos dias, o BCP foi alvo de forte pressão vendedora em bolsa. Ontem, por exemplo, foram negociadas mais de 67,7 milhões de acções, algo que não acontecia desde Outubro de 2007, o mês em que o BPI avançou com uma proposta de fusão amigável, que acabaria por fracassar.
Na sessão de hoje, os títulos do BCP fecharam a cair 5,27% para 0,719 euros com 30,6 milhões de acções transaccionadas.
Foi o terceiro dia consecutivo de perdas.

BCP emagrece 15% em dois dias


As acções do BCP perdem valor pelo terceiro dia consecutivo, apesar dos 'upgrades' que os analistas fizeram na avaliação do banco. Os títulos do BCP perdiam 6,72% para 0,70 euros com 21,4 milhões de acções negociadas, depois de terem afundado ontem 9%, numa sessão onde foram transaccionadas 67,7 milhões de acções.(...)

terça-feira, 12 de maio de 2009

Fisco fixa meta de 28 mil penhoras sobre o património dos gestores


Estão a ser alvos as contas, imóveis, produtos financeiros e prémios dos administradores de empresas com dívidas fiscais.

A actual conjuntura económica está a levar a um aumento do incumprimento no pagamento das dívidas fiscais. Por arrasto, estão também a disparar os processos contra gestores e administradores, para que estes paguem com o seu património pessoal as dívidas das empresas que administram ou gerem e não foram pagas a tempo e horas (reversão fiscal). Só nos três primeiros meses de 2009, a Administração Fiscal já concretizou cerca de 7.000 penhoras, o que contrasta com uma média trimestral de 4657 no ano passado. E as Finanças antecipam que, a este ritmo, no final do ano será atingido um recorde de penhoras de bens pertencentes a administradores ou gerentes. "Como o número de reversões irá continuar a aumentar durante o corrente ano, observar-se-á um crescimento superior ao verificado em 2008 no número de penhoras dos bens pertencentes aos gerentes e administradores de empresas", revelou ao Diário Económico fonte oficial do Ministério das Finanças. (...)

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Há mais de 20 milhões de desempregados na Europa


A taxa de desemprego na zona euro atingiu os 8,9% em Março, o valor mais elevado desde 2005, anunciou hoje o Eurostat. Na UE a 27 há agora mais de 20 milhões de desempregados.

Segundo as estimativas do Gabinete Europeu de Estatística (Eurostat), em Março um total de 20,15 milhões de pessoas estavam desempregadas na União Europeia, enquanto que só na zona euro existiam 14,15 milhões de homens e mulheres sem emprego.
A mesma fonte precisa que, em relação ao mês anterior, o número de desempregados disparou em 626 mil na União Europeia, dos quais 419 mil na zona euro.
Deste modo, a taxa de desemprego na União Europeia a 27 subiu para os 8,3% em Março, enquanto aumentou para 8,9% na zona euro, acima do esperado pelos analistas.
No espaço de um ano, o número de desempregados aumentou em quatro milhões na União Europeia e em 2,8 milhões na zona euro, precisa o Eurostat.
A maior taxas de desemprego continua a pertencer à Espanha (17,4%), seguida pela Letónia (16,1%) e Lituânia (15,5%). A taxa mais baixa pertenceu à Holanda, com apenas 2,8%. Portugal apresentou no terceiro mês do ano uma taxa de desemprego de 8,5%, ligeiramente superior à média da União Europeia, mas inferior à média da zona euro.
O Gabinete Europeu de Estatística (Eurostat) revelou ainda que a inflação na zona euro se manteve nos 0,6% em Abril, o valor mais baixo desde que os dados são elaborados.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Possível corte nos juros motiva descida das Euribor


As taxas Euribor voltaram hoje a recuar em todos os prazos, perante a possibilidade do Banco Central Europeu (BCE) mexer no preço do dinheiro.

Assim, a Euribor a seis meses, usada como referência para os créditos à habitação, caiu para os 1,588%, enquanto o prazo a doze meses desceu para os 1,754%.
Já o prazo a três meses, usado como referência sobretudo para os créditos às empresas, recuou para 1,392%.
Altos responsáveis do BCE mostraram-se disponíveis a voltar a cortar os juros na próxima semana e adoptar novos meios para combater a recessão.
O membro do Conselho do BCE, Guy Quaden, afirmou durante o fim-de-semana que o BCE vai provavelmente reduzir a sua taxa de referência num valor "moderado" na próxima reunião do dia 7 de Maio, ao mesmo tempo que tomará mais "medidas não convencionais" para travar a recessão.
Já o Governador do banco da Holanda, Nout Wellink, afirmou que o BCE está a analisar "várias opções", entre as quais não voltar a mexer no preço do dinheiro depois do corte da próxima semana.

COMENTÁRIOS:
Cavalo, | 27/04/09 10:39
Estão à espera de quê? O desemprego não é suficiente? A queda das exportações na Europa não chega? As casas devolvidas à banca são poucas? E dizem-se intelectuais estes senhores manchados pela ganância dos juros!!!

Joca, BCL | 27/04/09 11:11
O BCE é extremamente lento a tomar decisões e a agir...
Os tempos que correm não se coadunam com a reacção e com a navegação "à vista" do sistema financeiro, é urgente pró-agir com coragem e determinação sem hesitações...

ricardo carvalho, matosinhos | 27/04/09 12:42
Eu acho piada, que td se queixa apesar dos cortes gigantescos nas prestações talvez quem se queixa tanto , não quissesse ser aquilo que eu apelido de "novos ricos" estariam em melhor posição, e eu passo dificuldades como qq português da classe média baixa, apenas vou estando bem pq nunca vivi acima das minhas posses.

nar, aroeira | 27/04/09 13:26
lamento a falta de visão (ou então os intereces) deste sre tricht ainda em setembro dizia que não podia baixar as taxas de juros e ate possivelmente iam aumentar agora baixa e não tem uma noção (ou não quer) o mal que continua a fazer (por mim é um dos responsaveis pela vigarice que se fez na banca sr trichet DIGA QUANTO TEMPO É QUE AS TAXAS VÃO FICAR A UM NIVEL PARA OS EMPRESÁRIOS SABEREM GERIR E FAZER OS INVESTIMENTOS , SEGUR AS TAXAS 5 ANOS NOS 2% E A EUROPA SAI DA CRISE .

ALBERTO, Aveiro | 27/04/09 17:11
Este senhor gosta de brincar ás descidas das taxas de juro , mas o que devia era controlar os "spreads " dos bancos e fixar um prazo em que não mexia nas taxas de juro.

Alves, Viana | 27/04/09 17:18
..e depois, invertem-se os termos, uma possivél descida da Euribor...motiva cortes nos juros, e não saimos mais disto! Cada vez cortam mais em tudo e o "Zé" continua a pagar cada vez mais!!

Caso BPP - CMVM envia novos indícios ao Ministério Público


Carlos Tavares (na foto) reiterou hoje que há semelhanças entre o caso BPP e a fraude Madoff e revelou que a CMVM enviou novos dados para a investigação do Ministério Público.

"Há alguns elementos na área da gestão de activos [do BPP] em que podemos encontrar algumas situações do mesmo tipo do caso Madoff", afirmou Carlos Tavares à margem do seminário que assinala os 35 anos da DECO, citado pela "Lusa".
O presidente da CMVM frisou ainda as irregularidades "num caso e noutro não foram detectadas atempadamente pelas supervisões próprias".
Não é a primeira vez que Carlos Tavares associa a gestão de João Rendeiro ao esquema Ponzi de Bernard Madoff.
Na semana passada, no Parlamento, o presidente da CMVM disse haver "semelhanças" entre o Privado "com o caso Madoff". Estas declarações motivaram uma queixa de João Rendeiro por atentado ao bom nome.
Em declarações ao Diário Económico, João Rendeiro disse mesmo que "comparar-me a Madoff vai ter consequências graves".

OBS:
Este Sr. fala muito mas decide pouco ou nada, pois a justiça não funciona...
Veja-se estes exemplos e em que os casos BPN, BPP e outros vêm a reboque do caso hediondo "" MILLENNIUM BCP "" que contagiou a crise económica a outras instituições financeiras...
(...)
[A CMVM divulga conclusão de caso de pequenos accionistas até Abril. Responsável alerta para imputação de responsabilidades no banco, a Comissão de Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) diz que irá divulgar a conclusão da investigação a um primeiro caso de pequenos accionistas do BCP entre Março e Abril deste ano. «Em Março ou Abril teremos a divulgação de um primeiro caso de pequenos accionistas», afirmou aos jornalistas o presidente da instituição, Carlos Tavares. Quanto ao processo «grande», esse ainda está a ser «desenvolvido». «Há uma situação importante que é a imputação de responsabilidades, desde os que conceberam, executaram ou tiveram conhecimento», adiantou o responsável, sublinhando que «os crimes são de pessoas e não da instituição». O presidente da CMVM salientou que o processo está, em algumas partes, próximo do fim, mas que estão dependentes do trabalho do Ministério Público para também concluírem o seu. «O nosso interesse não é demorar, até porque temos outros casos para tratar», terminou. Recorde-se que também ontem, o novo presidente do BCP, Carlos Santos Ferreira, garantiu que irá encontrar uma solução para os pequenos accionistas até à próxima Assembleia-geral (AG) do banco. Estas queixas estão relacionadas com os problemas ocorridos, em 2001, devido ao aumento do capital do banco e que resultaram que elevadas perdas para os pequenos accionistas. (10/03/2008)]
(...)
O Banco Comercial Português (BCP), o maior banco privado que responde por cerca de 25% do mercado financeiro do país, atravessa prolongada crise de gestão e alguns dos seus principais administradores em Portugal são suspeitos de diversas irregularidades e crimes financeiros, sob investigação do Banco de Portugal.
Para o ministro luso das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, as denúncias de “operações ilegais” e “ ilícitos criminais” no BCP devem ser investigadas e os culpados devem ser punidos. “É importante que as autoridades prossigam a sua actividade até ao fim e é importante que punam seja quem for e doa a quem doer”, disse Teixeira à rádio TSF, de Lisboa.
Segundo ele, foram “enunciadas publicamente um conjunto de operações ilegais, operações que indiciam ilícitos de natureza criminal que estão sob investigação do Banco Portugal, da CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e do próprio DIAP (Departamento de Investigação e Ação Penal”.
De acordo com o Jornal de Negócios, o BCP teria concedido financiamentos de pelo menos 700 milhões de euros a sociedades "off-shores" que com esses fundos adquiriram acções do banco nos aumentos de capital feitos desde 2000. Uma prática que, a ser confirmada pelas investigações da CMVM e do Banco de Portugal, configura uma violação ao Código das Sociedades Comerciais e à lei bancária.
Na sexta-feira, 18 de Janeiro, o governador do Banco de Portugal (BdP) falou por quase seis horas durante audiência na Assembleia da República, após muita polémica sobre o adiamento da data. Ele afirmou que a criação de 17 sociedades off-shore pelo Millenniumbcp para compra de acções próprias nunca foi comunicada pelos auditores externos. Os partidos da oposição, de esquerda e direita, consideram insatisfatórios os esclarecimentos de Vítor Constâncio, e o assunto está em todos os jornais lusos. (28/03/2008)
Enfim...
http://bankbcp.blogspot.com/2009/02/bcp-considerado-o-cancro-da-economia-em.html

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Berardo sem apoio do BCP no processo contra Jardim


A administração do BCP, liderada por Carlos Santos Ferreira, não vai confirmar as acusações de Joe Berardo no processo em tribunal contra os antigos administradores do banco.
O banco não se quer envolver nessa acção judicial e esta postura colocará mesmo em risco o eventual sucesso da acção de Joe Berardo. O Diário Económico sabe que houve mesmo alguns membros do conselho de administração do banco, bem como outros accionistas, que tentaram demover Berardo de interpor esta acção judicial, mas em vão.

OBSERVAÇÃO IMPORTANTE:

J. Raimundo Marques, Lisboa, Funchal | 24/04/09 13:28
AVISO À NAVEGAÇÃO:
1º O Sr. Comendador José Berardo é proveniente de famílias muito pobres da Ilha da Madeira. Os seus pais e irmãos vendiam e ainda vendem legumes no Mercado dos Lavradores no Funchal. Não vendo na sua Ilha um futuro muito promissor, viajou parax África. Começou do ZERO. Foi trabalhador por conta de outrem. Poupando muito começou a negociar os desperdicíos das Minas de Ouro de Angola e depois da África do Sul. Desses desperdícios conseguiu extrair ainda algum ouro. A pouco e pouco foi, sempre nunca dando "passos maiores que a perna", realizando mais-valias na comercialização desse ouro. Daí proveio a sua fortuna.
2° A actual Administração do Millennium/BCP é maçónica. Duma Administração Opus-Dei passou para uma Administração Maçónica. Dos maçons não se pode esperar transparência, pois protegem-se uns aos outros. Como sociedade secreta, a maçonaria nunca revela quem são os seus membros, apenas se conhecendo, quanto muito, os Grãos Mestres.
3° Neste contexto, a actual Administração do Millennium/BCP só irá se proteger a ela própria, nunca alguém como o Sr. Comendador José Berardo, que não sendo da Opus-Dei, também não é Maçon.
4° A Maçonaria está encaixada em quase todos os partidos políticos, mas é no PS e no PSD que eles se concentram. Descendentes das facções que incentivaram e conspiraram no regícidio de Sua Exª El-Rei D. Carlos e do Princípe Real Dom Luís Filipe, para sempre terão as mãos "tintas de sangue". No caso Millennium/BCP não será diferente. O Sr. Comendador José Berardo só poderá mesmo contar consigo próprio e com os seus advogados.

Bruxelas aperta o cerco aos bónus dos banqueiros


A Comissão Europeia está a preparar legislação destinada a limitar o valor dos bónus pagos pelos bancos em toda a União Europeia, de modo a travar os excessos cometidos no sector.
Tanto os bónus pagos aos banqueiros como as indeminizações milionárias pagas aos administradores que são demitidos das suas funções serão limitados em todos os países da União Europeia, revela um projecto que está a circular em Bruxelas e que foi obtido pelo “Financial Times”.
Segundo as recomendações do Executivo europeu, liderado por Durão Barroso, os países da União Europeia deverão criar regras remuneratórias comuns para os bancos que operam dentro das fronteiras europeias e às suas subsidiárias no estrangeiro, e que serão mais duras do que existentes actualmente.
O jornal acrescenta que as regras irão limitar as remunerações de todo o pessoal das instituições afectadas cujas actividades possam afectar o perfil de risco do banco.
Entre os limites desejados pela Comissão Europeia está o do pagamento de indemnizações por terminação de contrato dos administradores, que não poderão ser superiores a dois anos do seu ordenado fixo. Os directores dos bancos também não poderão vender as suas ‘stock options’ durante três anos, adianta o “Financial Times”.
As instituições financeiras também poderão reter no todo ou em parte os bónus dos executivos, no caso do seu desempenho não cumprir com determinados critérios, devendo “a maior parte dos bónus ser negada”, diz o documento.
O jornal nota que esta será a resposta da União Europeia aos pedidos cada vez maiores de restrição das remunerações praticadas nos bancos, no seguimento da crise financeira.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

"CASO BCP" Responsabilizar os administradores



O presidente da CMVM disse ontem que alguns antigos administradores do BCP poderão ter de comprar as acções do banco que, no início da década, foram adquiridas por ‘offshores’ controladas, alegadamente, pelo próprio banco.

Esta questão vem relançar a discussão em torno da responsabilização dos administradores de empresas quando tomam, deliberadamente, decisões que causam dano às empresas e aos seus accionistas. A questão do BCP é uma delas. Existem outras, designadamente o BPN, onde será natural que os ex-administradores, sejam obrigados a assumir responsabilidades, desde que se prove a sua culpabilidade e o nexo causal entre os actos e as consequências.
O passo seguinte, que Carlos Tavares deixa antever, é que esses administradores deverão responder com os seus bens pelas acções danosas que levaram a cabo. Esta é, aliás, uma prática pouco comum entre nós, mas que tem eco nos processos de que vamos tendo conhecimento noutros países, designadamente nos anglo-saxónicos.
Esta questão representa, se for levada por diante, uma moralização de que o país tanto necessita, mas também a aplicação do articulado contido no Código das Sociedades Comerciais. Em suma, sempre que haja decisões danosas para uma empresa ou um banco, os administradores devem ser pessoalmente responsabilizados, salvo se provarem que procederam sem culpa.

Antigos gestores do BCP em risco de pagar acções das ‘offshores'

"Antigos gestores do BCP em risco de pagar acções das ‘offshores' " e "Câmaras impedidas de subir impostos das casas" são outros dos destaques da edição impressa do Diário Económico.

A revelação foi feita por Carlos Tavares e sugere que as acções próprias compradas pelas ‘offshores’ poderão ser anuladas ou pagas pelos antigos gestores.

Alguns antigos administradores do BCP poderão ter de comprar acções do banco que, no início da década, foram adquiridas por ‘offshores' alegadamente controladas pela própria instituição. Uma vez que estas acções deviam ter sido contabilizadas como acções próprias e não o foram, em última análise os administradores responsáveis à altura poderão ter mesmo de comprar os títulos em causa...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Acções do BCP têm de ser anuladas ou compradas por administradores



Carlos Tavares disse hoje que pode acontecer uma de duas coisas às acções do BCP que foram adquiridas sem o conhecimento dos reguladores: “são anuladas ou os administradores que as subscreveram pagam-nas”.

[notícia em actualização]

segunda-feira, 20 de abril de 2009

BPP pede 150 milhões de euros ao Estado para evitar falência

O Banco Privado Português vai entregar esta semana o pedido formal para receber 150 milhões do Estado no âmbito do programa de recapitalização. No total, o banco precisa de 300 milhões para sobreviver. O restante terá de vir dos outros bancos.

O Banco Privado Português vai entregar esta semana o processo formal de candidatura ao programa de recapitalização do Estado. Desde 24 de Novembro que o Estado tem à disposição dos bancos uma verba de quatro mil milhões de euros para reforçar a solidez financeira, em duas circunstâncias: reforçar a solvabilidade em bancos que "reunam adequadas condições de solidez e solvência", o que não é o caso do BPP, ou participando no plano de recuperação e saneamento de instituições de crédito que apresentem ou mostrem risco de apresentar, um nível de fundos próprios, solvabilidade ou liquidez inferior ao mínimo legal. É este o caso do Banco Privado.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Euribor descem com possível corte dos juros


As taxas Euribor renovaram hoje mínimos históricos, depois do presidente do BCE ter afirmado que é preciso “fazer tudo” para restaurar a prosperidade.

Assim, a Euribor a seis meses, usada como referência para os créditos à habitação, caiu para os 1,595%, enquanto o prazo a doze meses desceu para os 1,761%. Já o prazo a três meses, usado como referência sobretudo para os créditos às empresas, recuou para 1,405%, sendo o único que está em queda há 131 sessões consecutivas.
Hoje, o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, afirmou em Tóquio que os bancos centrais têm que “fazer tudo” para restaurar a confiança e a prosperidade na zona euro, o que foi interpretado pelos observadores contactados pela Bloomberg como indicativa de que a autoridade monetária europeia irá voltar a descer os juros em Maio.
Esta perspectiva é reforçada pelo facto de ontem o governador do Banco de Espanha ter afirmado que o BCE “ainda tem margem” para descer a sua taxa de juro de referência.

COMENTÁRIOS
ze pedro, amadora | 17/04/09 12:06
E nos nossos bolsos quando é que chega, só passado 6 meses hora bolas baixa os juros sobem o spred, o banco Primus tem um seprede impossivel que está a fazer é de 5% e ninguém vê isso nem a Adc, força não tenham medo, assim não á carteira que aguente.

REALISTA, | 17/04/09 12:56
É incrível como existe uma autoridade de fiscalização e nada faz aos bancos, neste momento os bancos estão a fazer créditos, tão caros que apesar dos juros descerem chegam a estar muito mais caros que a um ano a traz quando o euribor atinguiu o seu limite mais alto, spreads altos praticados e taxas que só são comunicadas após feito o crédito infelizmente é a pratica de alguns bancos. Quanto ao consumidor, só seis em seis meses é actualizada a taxa e mesmo assim alguns bancos fazem a media dos 6 meses é não a taxa do dia em que vence o empréstimo.....é assim que se tem lucros milionários todos os meses...o Banco europeu tem de apostar e na estabilização, nos queremos e ter confiança e não medo da subida dos juros repentina como foi a ultima vez...

EAM, | 17/04/09 13:21
Pois meus caros, os bancos têm de conseguir manter as suas taxas de lucro astronómicas, por isso fazem empréstimos com spreads altissimos...o problema é que ainda existem clientes a aceitar estas condições...e o ciclo vicioso mantem-se

segunda-feira, 6 de abril de 2009

O capitalismo e a ganância

O argumento é, mais ou menos, o seguinte. A crise económica é o resultado da ganância (principalmente da “gente de Wall Street”).
O capitalismo e o "neo-liberalismo" "permitem" e "estimulam" a ganância. Logo, conclusão lógica, a crise da ganância desacredita, definitivamente, o liberalismo e o capitalismo. Até alguns que se julgavam liberais começam a aceitar a tese anti-capitalista. Se me permitem, discordo. E discordo absolutamente. Quando as sociedades produzem riqueza, é relativamente fácil defender as ideias liberais. Nos momentos de crise, é mais difícil, mas é fundamental fazê-lo.
Voltando à ganância, vale a pena citar, demoradamente, Max Weber, na "Introdução" à "A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo": "instinto do lucro, sede de ganho, de dinheiro, do maior ganho monetário possível, não têm absolutamente nada a ver com o capitalismo. Esta aspiração encontra-se e encontrou-se em criados, médicos, cocheiros, artistas, prostitutas, funcionários corruptos, soldados, salteadores, cruzados, jogadores, mendigos, em todos os tipos e condições de pessoas, desde que para isso houvesse ou haja possibilidades objectivas...Uma sede de ganho ilimitada de modo nenhum é idêntica a capitalismo, e ainda menos ao seu espírito. O capitalismo pode mesmo ser identificado... com um refrear racional deste impulso irracional".
Há três pontos que devem ser sublinhados. O primeiro é o mais evidente: a ganância sempre existiu, e sempre existirá, quer nas sociedades capitalistas, como noutros sistemas económicos. Ou seja, faz parte da natureza humana; não é responsabilidade do capitalismo. Pelo contrário, e aqui chegamos ao segundo ponto, se for devidamente entendido, aplicado e praticado, o capitalismo e a economia de mercado limitam e controlam a ganância.
Como demonstrou Max Weber no seu famoso estudo, e como confirmam amplamente análises mais recentes sobre a história do capitalismo moderno, a economia de mercado é irmã gémea do estado de direito. Sem bons códigos e sem tribunais competentes, o ‘mercado' torna-se uma caricatura e sofre de enormes vícios. Uma sociedade poderá produzir riqueza, os seus membros poderão enriquecer, mas a ganância não é controlada. Dito de outro modo, sem uma ordem jurídica forte e independente, não há uma verdadeira economia de mercado. A integração europeia constitui o melhor exemplo. As suas construções mais completas são o Mercado Único e o Direito Comunitário. Vivem como irmãos gémeos: nasceram e cresceram juntos.
Mas o capitalismo não depende apenas do estado de direito, também se apoia numa ética individual, ou o que Weber também chamou o "dever profissional". É este o "espírito do capitalismo", um dos grandes responsáveis pelo desenvolvimento das sociedades capitalistas. O estilo de vida do capitalismo é norteado por um conjunto de regras e normas e pela responsabilidade individual. É justamente o "espírito" do capitalismo que explica a origem e a expansão do sistema capitalista, e não a origem do capital (a grande crítica que Weber faz a Marx).
O terceiro ponto diz respeito ao que acontece quando o espírito do capitalismo começa a desaparecer e o estado de direito fica fraco. É nessas circunstâncias que a "febre do ganho", a cobiça e a ganância prevalecem. Voltando à crise, ela resulta de lacunas do estado de direito e do progressivo enfraquecimento da ética capitalista. Para a resolver, será necessário melhores regras e melhor fiscalização e reencontrar uma ética individual que se perdeu.
Para concluir, mais uma citação de Weber: "o domínio universal da absoluta falta de escrúpulos própria do egoísmo interesseiro voltado para o ganho constitui, precisamente, uma característica específica de todos os países onde o desenvolvimento capitalista...se manteve atrasado". Não é a economia de mercado, mas a sua ausência, que causa a ganância. E a ganância limita-se com mais e melhor capitalismo.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

"Sigilo bancário do passado tem de acabar"


O primeiro ministro britânico afirmou no final da reunião do G20 que o "sigilo bancário do passado tem de acabar".


Segundo Gordon Brown será publicada "ainda hoje" uma lista dos paraísos fiscais que não cumprem as regras de transparência.
Na conferência de imprensa final da Cimeira do G20, Gordon Brown anunciou ainda que os líderes mundiais planeiam voltar a encontrar-se até ao final do ano para avaliar as medidas tomadas hoje.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

O que o mercado espera de King e Trichet


Nas reuniões de amanhã, os economistas prevêem que o Banco Central Europeu (BCE) desça os juros em meio ponto percentual. Em Inglaterra os peritos não esperam mexidas.
A maior parte dos 50 economistas consultados pela Bloomberg prevê que o BCE desça os juros em meio ponto percentual, para 1%, amanhã.
Hoje ficou-se a saber que a taxa de desemprego da União Europeia voltou a subir em
Fevereiro e que existem agora 19,1 milhões de trabalhadores sem emprego na região, factores que serão considerados por Jean-Claude Trichet.
Ontem soube-se que a inflação nos países que usam o euro está à beira de entrar em terreno negativo, o que aumenta o risco de deflação.
São dados negativos que levam os peritos a acreditar que, apesar de alguns membros do conselho de governadores serem contra as taxas de juro a zero por cento, o BCE vai cortar a taxa de juro de referência para 1% já amanhã.
O banco liderado por Jean-Claude Trichet revela a sua decisão às 12h45 desta quinta-feira.
Quanto à decisão do Banco de Inglaterra, os economistas esperam que a instituição mantenha os juros inalterados nos 0,5%, o valor mais baixo desde o século XVII. A decisão é conhecida às 12h de amanhã.

quinta-feira, 26 de março de 2009

FMI avisa que os mercados "ainda não tocaram no fundo"


O Fundo Monetário Internacional (FMI) alertou hoje que os mercados ainda não tocaram no fundo, nem o farão num futuro próximo.
"Os países deveriam tentar manter as medidas de estímulo fiscal em 2010", afirmou hoje o director do Departamento para América Latina do FMI, Nicolás Eyzaguirre, citado pela Efe, tendo acrescentado que "ainda não se vê luz ao fundo do túnel".
O mesmo responsável alertou que "se os governos não intensificarem as medidas contra a crise em 2010, este poderá ser também um ano muito difícil", embora o FMI não espere que a recessão mundial se mantenha durante o ano que vem. O Fundo prevê uma contracção global de entre 0,50% e 1% para este ano.
Perante a situação actual, Nicolás Eyzaguirre salienta que os países deveriam ser tão proactivos quanto possível em termos de políticas fiscais, e que os Governos deveriam continuar a financiar o desenvolvimento da economia.(...)

quarta-feira, 18 de março de 2009

Sabadell descarta aumentar posição no BCP


O banco espanhol Sabadell, o quarto maior accionista do BCP, disse hoje que não tenciona aumentar a sua participação no banco liderado por Carlos Santos Ferreira.
O Sabadell detém mais de 208 milhões de acções do BCP, correspondentes a 4,43% do seu capital social
Hoje, o ‘chairman' do banco espanhol disse que a instituição não tem planos para aumentar esta posição no maior banco privado português, avança a "Reuters".
O lucro do Sabadell desceu 13,9% em 2008, para 673,8 milhões de euros.
A edição de hoje do Diário Económico noticia que a queda das acções do BCP provocou perdas de 1,19 mil milhões de euros aos accionistas em 2008.
Ontem, o mercado ficou a saber que as perdas da Cimpor com a sua posição no banco ascenderam a 77 milhões de euros e que o grupo holandês Eureko teve perdas potenciais de 693 milhões de euros com a desvalorização de 9,95% que controla no BCP.
Também a Caixa Geral de Depósitos sofreu imparidades de 220 milhões de euros com a posição no banco liderado por Carlos Santos Ferreira, no ano passado.
A EDP contabilizou perdas financeiras de 200 milhões de euros no banco, cujos títulos desvalorizaram 69% em 2008.

OBS:
Conclui-se a descredibilidade que existe no BCP, devido aos crimes económicos perpetuados pelo BCP durante estes últimos anos, em que que milhares de famílias foram lesadas...
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
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DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"