quarta-feira, 18 de março de 2009

Nobel propõe novo sistema financeiro


Muhammad Yunus, pai do microcrédito e Nobel da Paz em 2006, afirmou esta terça-feira, em Tóquio, que a crise económica mundial constitui uma oportunidade para criar "um modelo de sistema financeiro para o povo e não para os mais ricos”.

O banqueiro do Bangladesh, que se encontra em visita ao Japão para promover o conceito de microcrédito, declarou aos jornalistas que a crise financeira “não é a única crise actual”, enumerando as crises alimentares, energéticas e climáticas, mais antigas e relegadas para segundo plano pelos media.“Todas as crises tem a mesma origem, são geradas pelas falhas estruturais do nosso sistema” argumentou Yunus, para quem a “economia actual é exclusivamente virada para a maximização dos lucros”.
O Nobel da Paz 2006 defende, contudo, que “da mais profunda das crises pode nascer a melhor das oportunidades”. Yunus defende que o sistema financeiro tem de ser inteiramente repensado. 'De qualquer modo não funciona para o povo. Para os ricos, sim. Para as grandes empresas, sim. Mas não para o povo” acusa.

terça-feira, 17 de março de 2009

Accionista do BCP: Eureko anuncia cortes de postos de trabalho após prejuízos de 2,1 mil milhões

A Eureko, accionista do BCP, revelou hoje prejuízos de 2,1 mil milhões de euros, resultantes de investimentos, como o que mantém na instituição liderada por Santos Ferreira. A reestruturação da seguradora holandesa passa pela redução de 10% dos postos de trabalho.
No total, a seguradora, detida em parte pelo Rabobank Group, conta com 25.000 colaboradores, sendo que 2.500 deverão abandonar a empresa em breve, medida que faz parte do plano de contenção de custos implementado pela Eureko, com o qual Gerard van Olphen, director financeiro, prevê poupar cerca de 300 milhões de euros ao ano.
O anúncio do despedimento de 2.500 funcionários foi feito hoje, dia em que a Eureko revelou prejuízos de 2,1 mil milhões de euros, um resultado negativo em linha com o estimado pela seguradora em Fevereiro, e que compara com os lucros de 979 milhões de euros obtidos no exercício de 2007.
Parte deste resultado deve-se às perdas com participações financeiras.
Segundo a Bloomberg, a Eureko reconheceu 1,9 mil milhões em imparidades no ano passado, fruto da amortização ao valor das posições que mantém na F&C Asset Management e também no BCP. A seguradora detém 7,07% do capital do banco nacional.

“A Eureko teve um ano muito complicado e 2009 será tudo menos fácil”, afirma a seguradora em comunicado, citado pela agência noticiosa norte-americana, onde reitera igualmente a intenção de cancelar o dividendo e de vender novas acções para reforçar a sua posição de capital.

A saga e divergências no BCP continuam...


Envolvidos em crimes, além de também o próprio banco BCP, os três antigos presidentes da administração - Jorge Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal - os antigos administradores António Rodrigues, Alípio Dias, Christopher de Beck e Castro Henriques, e ainda dois directores da instituição, ainda em funções, Luís Gomes e Filipe Abecassis.
Já no caso da instituição, ou seja o próprio BCP, o regime das instituições financeiras prevê que possa ser condenado a uma multa até 2,5 milhões de euros por cada infracção.

segunda-feira, 16 de março de 2009

A grande história do BCP ( Banco Criminoso)


Em países onde o capitalismo, as leis da concorrência e a seriedade do negócio bancário são levados a sério, a inacreditável história do BCP já teria levado a prisões e a um escândalo público de todo o tamanho.
Em Portugal, como tudo vai acabar sem responsáveis e sem responsabilidades, convém recordar os principais momentos deste "case study", para que ao menos a falta de vergonha não passe impune.
1. Até ao 25 de Abril, o negócio bancário em Portugal obedecia a regras simples:
Cada grande família, intimamente ligada ao regime, tinha o seu banco.
Os bancos tinham um só dono ou uma só família como dono e sustentavam os demais negócios do respectivo grupo. Com o 25 de Abril e a nacionalização sumária de toda a banca, entrámos num período 'revolucionário' em que "a banca ao serviço do povo" se traduzia,aos olhos do povo, por uns camaradas mal vestidos e mal encarados que nos atendiam aos balcões como se nos estivessem a fazer um grande favor.
Jardim Gonçalves veio revolucionar isso, com a criação do BCP e, mais tarde, da Nova Rede, onde as pessoas passaram a ser tratadas como clientes e recebidas por profissionais do ofício.. Mas, mais: ele conseguiu criar um banco através de um MBO informal que, na prática, assentava na ideia de valorizar a competência sobre o capital.
O BCP reuniu uma série de accionistas fundadores, mas quem de facto mandava eram os administradores - que não tinham capital, mas tinham "know-how".
Todos os fundadores aceitaram o contrato proposto pelo "engenheiro" - à excepção de Américo Amorim, que tratou de sair, com grandes lucros, assim que achou que os gestores não respeitavam o estatuto a que se achava com direito (e dinheiro).
2. Com essa imagem, aliás merecida, de profissionalismo e competência, o BCP foi crescendo, crescendo, até se tornar o maior banco privado português, apenas atrás do único banco público, a Caixa Geral de Depósitos.
E, de cada vez que crescia, era necessário um aumento de capital.
E, em cada aumento de capital, era necessário evitar que algum accionista individual ganhasse tanta dimensão que pudesse passar a interferir na gestão do banco.
Para tal, o BCP começou a fazer coisas pouco recomendáveis: aos pequenos depositantes, que lhe tinham confiado as suas poupanças para gestão, o BCP tratava de lhes comprar, obviamente sem os consultar, acções do próprio banco nos aumentos de capital, deixando-os depois desamparados nas perdas da bolsa;
Aos grandes depositantes e amigos dos gestores, abria-lhes créditos de milhões em "off-shores" para comprarem acções do banco, cobrindo-lhes, em caso de necessidade, os prejuízos do investimento.
Desta forma exemplar, o banco financiou o seu crescimento com o pêlo do próprio cão, aliás, com o dinheiro dos depositantes - e subtraiu ao Estado uma fortuna em lucros não declarados para impostos. Ano após ano, também o próprio BCP declarava lucros astronómicos, pelos quais pagava menos de impostos do que os porteiros do banco pagavam de IRS em percentagem. E , enquanto isso, aqueles que lhe tinham confiado as suas pequenas ou médias poupanças viam-nas sistematicamente estagnadas ou até diminuídas e, de seis em seis meses, recebiam uma carta-circular do engenheiro a explicar que os mercados estavam muito mal.
3. Depois, e seguindo a velha profecia marxista, o BCP quis crescer ainda mais e engolir o BPI. Não conseguiu, mas, no processo, o engenheiro trucidou o sucessor que ele próprio havia escolhido, mostrando que a tímida "renovação" anunciada não passava de uma farsa.
Descobriu-se ainda uma outra coisa extraordinária e que se diria impossível: que o BCP e o BPI tinham participações cruzadas, ao ponto de hoje o BPI deter 8% do capital do BCP e, como maior accionista individual, ter-se tornado determinante no processo de escolha da nova administração... do concorrente! Como se fosse a coisa mais natural do mundo, o presidente do BPI dá uma conferência de imprensa a explicar quem deve integrar a nova administração do banco que o quis opar e com o qual é suposto concorrer no mercado, todos os dias...
4. Instalada entretanto a guerra interna, entra em cena o notável comendador Berardo, ele é só o homem que mais riqueza acumula e menos produz no país (protegido pelo 1º Ministro (a Sócretina), que lhe deu um museu do Estado para armazenar a colecção de arte privada. Mas, verdade se diga, as brasas espalhadas por Berardo tiveram o mérito de revelar segredos ocultos e inconfessáveis daquela casa.
E assim ficámos a saber que o filho do engenheiro fora financiado em milhões para um negócio de vão de escada, e perdoado em milhões quando o negócio inevitavelmente foi por água abaixo.
E que havia também amigos do engenheiro e da administração, gente que se prestara ao esquema das "off-shores", que igualmente viam os seus créditos malparados serem perdoados e esquecidos por acto de favor pessoal.
5. E foi quando, lá do fundo do sono dos justos onde dormia tranquilo, acorda inesperadamente o governador do Banco de Portugal e resolve dizer que já bastava: aquela gente não podia continuar a dirigir o banco, sob pena de acontecer alguma coisa de mais grave - como, por exemplo, a própria falência, a prazo.
6. Reúnem-se, então, as seguintes personalidades de eleição: o comendador Berardo, o presidente de uma empresa pública com participação no BCP e ele próprio ex-ministro de um governo PSD e da confiança pessoal de Sócrates, mais, ao que consta, alguém em representação do doutor "honoris causa" Stanley Ho - a quem tantos socialistas tanto devem e vice-versa. E, entre todos, congeminam um
"take over" sobre a administração do BCP, com o "agréement" do dr. Fernando Ulrich, do BPI..
E olhando para o panorama perturbante a que se tinha chegado, a juntar ao súbito despertar do dr. Vítor Constâncio, acharam todos avisado entregar o BCP ao PS.
Para que não restassem dúvidas das suas boas intenções, até concordaram em que a vice-presidência fosse entregue ao sr. Armando Vara (que também usa 'dr.') - fabuloso expoente político e bancário que o país inteiro conhece e respeita.
7. E eis como um banco, que era tão independente, que fazia tremer os governos, desagua nos braços cândidos de um partido político - e logo o do Governo. E eis como um banco, que era tão cristão, tão "opus dei", tão boas famílias, acaba na esfera dessa curiosa seita do avental, a que chamam maçonaria.
8. E, revelada a trama em todo o seu esplendor, que faz o líder da oposição?
Pede em troca, para o seu partido, a Caixa Geral de Depósitos, o banco público.
Pede e vai receber, porque há 'matérias de regime' que mesmo um governo que tenha maioria absoluta no parlamento não se atreve a pôr em causa. Um governo inteligente, em Portugal, sabe que nunca pode abocanhar o bolo todo. Sob pena de os escândalos começarem a rolar na praça pública, não pode haver durante muito tempo um pequeno exército de desempregados da Grande Família do Bloco Central.

Se alguém me tivesse contado esta história, eu não teria acreditado..
Mas vemos, ouvimos e lemos. E foi tal e qual.

Incumprimento entre pequenos accionistas do BCP dispara (MOTIVO DE MANIPULAÇÃO DE MERCADO)


O número de pequenos accionistas do Banco Comercial Português (BCP) incapazes de pagar os créditos contraídos para comprar títulos da instituição disparou no ano passado, fruto da desvalorização das cotações. Perante esta incapacidade de pagar os empréstimos - concedidos em anos anteriores a 2008 -, o BCP teve que contabilizar aqueles valores mobiliários como se fossem acções próprias.
De acordo com o relatório e contas de 2008 do grupo liderado por Carlos Santos Ferreira, o número de títulos adquiridos com financiamento do banco por investidores que se encontram em situação de incumprimento aumentou quase oito vezes entre o final de 2007 e 31 de Dezembro último. No final de 2008, havia 10,32 milhões de acções ou 0,22% do capital do BCP nesta situação, contra 1,34 milhões registados no final do ano anterior. A subida do número de acções adquiridas com créditos que não estão a ser pagos resultará, sobretudo, da desvalorização registada pelos títulos. A cotação do BCP caiu quase 70% no ano passado, para 0,815 euros...

domingo, 15 de março de 2009

Caso BCP entra em nova fase com contestação às acusações do Banco de Portugal


O caso dos alegados ilícitos praticados por antigos administradores e quadros ainda em funções do Banco Comercial Português (BCP) entra numa nova fase com a entrega pelos visados das contestações às acusações formuladas pelo Banco de Portugal.
O prazo para fazer chegar as contestações ao Banco de Portugal (BdP) termina esta segunda-feira e segue-se procedimento idêntico feito já na semana passada junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).
O caso começou a ser investigado no final de 2007 e diz respeito às sociedades "off-shore" que, sobretudo nos aumentos de capital feitos no único da década, serviram para compra e venda de acções do banco, alegadamente sem as autoridades de supervisão saberem nem da sua existência nem quem eram os donos dessas sociedades.
O apuramento final de responsabilidades e dos ilícitos que alegadamente foram cometidos dependem da prova de quem eram realmente os proprietários das "off-shores" e a mando de quem faziam as transacções.
Sob o ponto de vista da supervisão prudencial, responsabilidade do BdP, o que está em causa, essencialmente, é que, se as "off-shores" pertenciam ao banco eram acções próprias que eram compradas e ao não se terem abatido essas acções aos capitais próprios, houve incumprimento das obrigações de natureza prudencial e inobservância das regras de contabilidade com o valor patrimonial do BCP alterado.
Para a CMVM, supervisor do mercado de valores mobiliários, é a eventual manipulação do mercado que está em causa, já que o valor das acções do banco era influenciado por essas transacções, gerando distorção das condições de mercado.
A prestação de informação falsa e incompleta aos supervisores e o "esconder deliberado e programado" desses veículos e das transacções realizadas foram, aliás, acusações reiteradas que os responsáveis da supervisão fizeram na comissão de inquérito parlamentar feita a este caso.
Apresentadas testemunhas e provas que contradigam a acusação, cabe depois aos supervisores analisar essas provas e ouvir testemunhas e só depois tomar decisão e, se provar a acusação, aplicar penas, uma decisão que pode ainda ser contestada junto dos tribunais.
Além de multas - no máximo um milhão de euros por infracção - os indivíduos visados podem ser inibidos pelo Banco de Portugal do exercício de funções de gestão bancária, por um período máximo de até dez anos.

Envolvidos estão, além do próprio banco, os três antigos presidentes da administração - Jorge Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal - os antigos administradores António Rodrigues, Alípio Dias, Christopher de Beck e Castro Henriques, e ainda dois directores da instituição, ainda em funções, Luís Gomes e Filipe Abecassis.
Já no caso da instituição, ou seja o próprio BCP, o regime das instituições financeiras prevê que possa ser condenado a uma multa até 2,5 milhões de euros por cada infracção.

sábado, 14 de março de 2009

Nova previsão antevê recessão ainda mais profunda na zona euro



Cenário da Goldman Sachs agravado ao fim de uma semana
A cada semana que passa, equipas de economistas de casas de investimentos, bancos e outras instituições internacionais projectam piores cenários para a economia da zona euro e para o resto do mundo.
Desta vez, é a Goldman Sachs que alterou as suas projecções no espaço de uma semana para a zona euro, antecipando agora uma contracção de 3,6 por cento do Produto Interno Bruto. A maior economia do espaço do euro, a Alemanha, poderá ver a sua riqueza contrair-se uns impressionantes 5,2 por cento, a França terá um recuo de 2,9 por cento e aqui ao lado, Espanha, um recuo de 3,6 por cento.
No somatório mundial, a economia poderá cair um por cento no final do ano. A previsão para os EUA é de menos 3,2 por cento e para o Reino Unido é de menos 2,5 por cento.
Estes cenários cada vez mais negros levaram hoje o presidente do Banco Mundial, o norte-americano Robert Zoellick, a afirmar que 2009 será um ano “muito perigoso”, confirmando que o mundo inteiro estará em recessão. Antecipando a reunião dos ministros das Finanças e dos governadores dos bancos centrais do G20, que se realiza a sul de Londres, Zoellick teceu algumas considerações sobre o que considera ser o perigo do proteccionismo e do isolacionismo, lembrando o cenário a que se assistiu na década de 30 do século passado.
Apesar de não prever um retorno a esses tempos, Zoellick receia pelas práticas de proteccionismo dos países em maiores dificuldades económicas. Para o grande palco internacional do G20, o norte-americano vai pedir “respostas coordenadas” à crise actual, bem como a adopção de medidas “positivas sobre o comércio, planos de relançamento [económico] e de recapitalização dos bancos”.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
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DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"