Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal "Público". Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal "Público". Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 25 de março de 2009

Falências de empresas subiram 51 por cento no primeiro semestre de 2008

Segundo o Ministério da Justiça e INE
Na primeira metade do ano passado, período em que a actual crise ainda não era visível, mais de sete mil (7093) empresas comunicaram a sua falência, um valor que traduz um aumento de 51 por cento em comparação com igual período do ano precedente e nove por cento face à segunda metade de 2007.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Estatística (INE), o número de empresas que se dissolveram somou 6898 sociedades por quotas na primeira metade de 2008, um acréscimo homólogo e em cadeia igualmente de 51 e de nove por cento.
A Lusa sublinha que este incremento no encerramento de empresas ocorreu no semestre anterior ao início da crise financeira que teve o seu rastilho com a falência do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers.(...)

sábado, 21 de março de 2009

Contas do Estado complicadas...


Receita do IVA cai mais de 10 por cento...
A contracção da economia portuguesa no início deste ano está já a ameaçar as projecções do Governo para a receita fiscal. Nos dois primeiros meses do ano, anunciou ontem a Direcção-Geral do Orçamento, a cobrança de impostos foi 9,5 por cento inferior à do mesmo período do ano passado. Se é verdade que a quebra forte da receita de IRC (57,5 por cento) se pode dever em parte a diferentes calendários de reembolsos, a perda ao nível do IVA (10,2 por cento) tem a sua explicação na diminuição do consumo e do investimento.
Na última versão do Orçamento para 2009, o Governo reviu em baixa as suas estimativas para a receita fiscal. Ainda assim, está à espera de uma quebra na cobrança de impostos face ao ano passado de apenas 0,7 por cento, com o IVA a cair 0,4 por cento. A manter-se a tendência dos dois primeiros meses, a surpresa negativa do Executivo ao nível da receita poderá comprometer de forma muito significativa o objectivo para o défice público, situado em 3,9 por cento do PIB. Para já, até Fevereiro), o défice registado foi cerca de 12 vezes maior do que em idêntico período do ano passado.

sábado, 14 de março de 2009

Nova previsão antevê recessão ainda mais profunda na zona euro



Cenário da Goldman Sachs agravado ao fim de uma semana
A cada semana que passa, equipas de economistas de casas de investimentos, bancos e outras instituições internacionais projectam piores cenários para a economia da zona euro e para o resto do mundo.
Desta vez, é a Goldman Sachs que alterou as suas projecções no espaço de uma semana para a zona euro, antecipando agora uma contracção de 3,6 por cento do Produto Interno Bruto. A maior economia do espaço do euro, a Alemanha, poderá ver a sua riqueza contrair-se uns impressionantes 5,2 por cento, a França terá um recuo de 2,9 por cento e aqui ao lado, Espanha, um recuo de 3,6 por cento.
No somatório mundial, a economia poderá cair um por cento no final do ano. A previsão para os EUA é de menos 3,2 por cento e para o Reino Unido é de menos 2,5 por cento.
Estes cenários cada vez mais negros levaram hoje o presidente do Banco Mundial, o norte-americano Robert Zoellick, a afirmar que 2009 será um ano “muito perigoso”, confirmando que o mundo inteiro estará em recessão. Antecipando a reunião dos ministros das Finanças e dos governadores dos bancos centrais do G20, que se realiza a sul de Londres, Zoellick teceu algumas considerações sobre o que considera ser o perigo do proteccionismo e do isolacionismo, lembrando o cenário a que se assistiu na década de 30 do século passado.
Apesar de não prever um retorno a esses tempos, Zoellick receia pelas práticas de proteccionismo dos países em maiores dificuldades económicas. Para o grande palco internacional do G20, o norte-americano vai pedir “respostas coordenadas” à crise actual, bem como a adopção de medidas “positivas sobre o comércio, planos de relançamento [económico] e de recapitalização dos bancos”.

quinta-feira, 12 de março de 2009

Banco de Portugal já estava preocupado com situação do BPN em 2001

O Banco de Portugal estava já muito preocupado em 2001 com a situação do BPN, mas preferiu “não ter mau feitio” para com a instituição, disse hoje o jornalista Camilo Lourenço, ex-director da revista “Exame”.
“Tenho muita dificuldade em perceber que o Banco de Portugal não soubesse nada do que se estava a passar no BPN”, afirmou Camilo Lourenço, na audição na Comissão de Inquérito parlamentar sobre a Nacionalização do Banco Português de Negócios (BPN).
Em Março de 2001, a “Exame” fez capa com o tema do BPN, chamando a atenção para o elevado ritmo de crescimento da actividade do banco, as elevadas taxas dos depósitos, o excesso de concentração do negócio nos seus accionistas.
Camilo Lourenço disse ter tido informações, por parte de fonte do Departamento de Supervisão do Banco de Portugal, de que o supervisor bancário estava “estupefacto” sobre o que se estava a passar no BPN. O sentimento no banco central era de “grande preocupação [para com o BPN]”, acrescentou. (...)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Recessão na zona euro arrasta PIB nacional para valor mínimo desde 1975

Portugal poderá estar já a atravessar o ano de pior desempenho económico desde 1975.
A quebra acentuada do ritmo de actividade económica nos últimos meses do ano passado já tornavam possível este tipo de cenário, mas a última previsão do Banco Central Europeu para a evolução da economia da zona euro tornou este recorde negativo ainda mais provável, dizem economistas, ex-ministros das Finanças e ex-governadores do Banco de Portugal.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Caixa paga 300 milhões de dividendos ao Estado

A Caixa geral de Depósitos (CGD) vai pagar um dividendo de 300 milhões de euros ao Estado, apesar da descida que registou nos lucros de 2008.

Em conferência de imprensa, o banco público anunciou que os lucros de 2008 atingiram os 459 milhões de euros, menos 46,4 por cento em relação ao resultado obtido em 2007. As imparidades registadas pela Caixa com as participações financeiras na Zon Multimédia, no Banco Comercial Português (BCP) e no sector segurador, atingiram 607 milhões de euros.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

BCP já apresentou defesa junto da CMVM (acusando a própria instituição de ter prestado falsa informação)


O BCP já enviou a sua defesa para a CMVM, que acusa a instituição de, entre outras coisas, ter prestado falsa informação e de ter usado offshores para compra de acções próprias BCP sem comunicar às autoridades.

O banco, que está a ser assessorado pelo gabinete de advocacia de João Soares da Silva, alega que os veículos foram criados no final dos anos noventa, pelo BCP e pelo extinto BPA, e que depois passaram para as mãos de outros veículos detidos por três clientes - Ilídio Monteiro, Bernardino Gomes e Frederico Moreira Rato.
Em 2001 e 2002 estas sociedades aparecem a transaccionar acções próprias do BCP, sem conhecimento dos supervisores, o que terá tido impacto nos fundos próprios do banco e alterado o seu valor real. O BCP responde às acusações afirmando que estes veículos passaram para as mãos da família Paupério, um ex-quadro da instituição, associado a negócios imobiliários em Angola. Os advogados asseguram ainda que as várias alterações de titularidade não foram articuladas. Mas a CMVM já transmitiu ao Ministério Público um conjunto de factos que considera suspeitos de poderem configurar a prática de crimes contra o mercado, da responsabilidade quer do banco, quer de gestores da anterior administração liderada por Jardim Gonçalves.

Comentário:
Percebe-se mesmo que O MILLENNIUM BCP é mesmo um banco CRIMINOSO:
Não se percebe de tudo o que se passa no Millennium Bcp, mas percebe-se bem a tentativa desta Administração em ocultar a anterior pelos seguintes sinais ;
- Não desencadeou nenhuma medida judicial cautelar relativamente ao património dos antigos Administradores (ao contrário por exemplo do que está a ser feito no BPN/SLN), como ainda o que é verdadeiramente escandaloso é que está a pagar a sua defesa jurídica ; - pagou largos milhões de euros a Francisco Lacerda, António Rodrigues e Castro Henriques- jamais o deveria ter feito, devia aguardar o terminus das investigações para pagar fosse o que fosse , até porque relativamente a (pelo menos) dois deles afinal o credor será o BANCO...
- Por último e o que considero mais gritante relativamente a membros da Alta Direcção que são constituídos arguidos , não só não os suspende(como deveria fazer), se uma funcionário do Banco BCP comete um ilícito bem menor e que não lesa o Banco em milhões de euros é imediatamente suspenso até ao terminus do processo disciplinar como é o Banco(melhor os accionistas ) que está a custear os larguíssimos milhares de euros que custa a sua defesa jurídica...
Veja-se o exemplo que o BCP está a fazer no sistema bancário Português! Lógico será escusado dizer que o BdP também tem culpa...
Extorquia e tira saldos das contas das vítimas (clientes) silenciadas e indefesas, dando seguimento para o Banco de Portugal, como sendo dívida incobrável (CRC) por parte do cliente.
Assim desta forma criminosa por parte do BCP, o cliente fica cadastrado no BdP para toda a sua vida ou até pagar a dívida de incumprimento ao BdP...
E assim jamais poderá fazer qualquer movimento bancário em seu nome! Os responsáveis continuam intocáveis e ainda gozam com as vítimas...

Francisco Louçã explicou o que foi possível apurar acerca das estratégias com que o BCP "enganou o Estado ...

quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

Filha de Eduardo dos Santos comprou posição do BCP no BPI

O Banco Comercial Português já tinha anunciado que queria vender a participação.
Santoro Holdings é o veículo utilizado para a aquisição.
Isabel dos Santos, filha do Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, tornou-se ontem detentora de uma posição de referência no Banco Português de Investimento.

(BPI), através da compra dos 9,69 por cento do capital que eram detidos pelo Banco Comercial Português. A investidora angolana passa a ser, assim, a terceira maior accionista do banco liderado por Fernando Ulrich.
A participação adquirida ao maior banco privado português põe fim à ligação accionista com o BPI iniciada ainda no tempo de gestão executiva de Jorge Jardim Gonçalves.
O investimento angolano rondou os 164 milhões de euros e foi concretizado através de uma sociedade de direito português, a Santoro Financial Holdings, que comprou ao BCP um pouco mais de 87 milhões de acções a 1,88 euros cada.
Com o negócio, que será reflectido nas contas de 2008 (no final de Setembro, as perdas do BCP com acções do BPI eram de 248,7 milhões de euros), o BCP recebe um prémio de 33 por cento sobre o valor da cotação de ontem do Português de Investimento. O maior accionista do Banco Comercial Português é a petrolífera angolana Sonangol, que possui 10 por cento do seu capital.
Participações cruzadas
Em carta divulgada ontem à noite no site da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), a empresária angolana revela que controla a Santoro Holdings e que irá agora constituir uma nova empresa, controlada integralmente (de forma directa ou indirecta) pela sociedade, para receber as acções do BPI. E informa que vai submeter a transacção à aprovação do Banco de Portugal.
Isabel dos Santos, recorde-se, é igualmente accionista, por via da mesma Santoro Holdings, do Banco BIC Portugal, presidido por Mira Amaral, onde possui uma participação de 25 por cento da instituição.
A entrada da investidora no Banco Português de Investimento enquadra-se na parceria celebrada entre o Banco de Fomento de Angola e a Unitel, a operadora de telefones angolana, de que Isabel dos Santos é accionista através da Geni - a sociedade que domina cerca de 20 por cento do Banco Espírito Santo Angola. Já este mês, a Unitel adquiriu ao BPI 49 por cento do Banco de Fomento de Angola, tendo o negócio rondado os 370 milhões de euros e gerando uma mais-valia de 125 milhões de euros.
A divulgação da entrada de Isabel dos Santos no grupo presidido por Fernando Ulrich surge dias depois do principal accionista do BPI, a espanhola La Caixa, ter reafirmado publicamente que pretende chegar aos 33,33 por cento do capital, fasquia a partir da qual terá de ser lançada uma Oferta Pública de Aquisição. Nos últimos dias, a La Caixa tem estado a comprar acções e já possui 29,2 por cento do BPI.
Ao entrar em força no Banco Português de Investimento, equiparando a sua presença à detida pela seguradora alemã Allianz, com quase nove por cento do banco presidido por Ulrich, a empresária angolana introduz uma alteração significativa nos equilíbrios accionistas que sustentam a instituição portuguesa. Para além de investidores espanhóis, alemãs e angolanos, Fernando Ulrich conta ainda no seu capital com o grupo brasileiro Itaú/Unibanco (o maior grupo bancário do Hemisfério Sul), que controla a segunda participação, de quase 19 por cento.
Com esta operação, o Banco Comercial Português realizou um encaixe financeiro de 164 milhões de euros


COMENTÁRIO:
Todos sabemos que Angola "é gerida por um bando criminosos"...
São as afirmações do músico e activista irlandês "Bob Geldof", em 06 de Maio de 2008 num colóquio em Lisboa...
Isto prova as boas relações da "Alta finança de Angola com os nossos Bancos (BCP/BPI)"!!!

O BCP, aquela impoluta instituição bancária das ocidentais praias socialistas a norte (embora cada vez mais a sul) de Marrocos, vendeu a posição de 9,69 por cento que detinha no capital do BPI à Santoro Financial Holdings, sociedade que pertence à empresária Isabel dos Santos, filha de José Eduardo dos Santos, Presidente da República de Angola.

Tirando o facto de trinta e três anos depois, a maioria dos angolanos continuar a passar fome, continuar a ser gerada com fome, a nascer com fome e a morrer pouco depois... com fome, até aplaudo a compra.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
_______________________________________________________________________________________________________

DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"