Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal de Negócios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Jornal de Negócios. Mostrar todas as mensagens

sábado, 11 de outubro de 2008

Bolsas dos EUA registam pior semana desde 1933

As principais praças norte-americanas encerraram em forte baixa, pela oitava sessão consecutiva, com o Dow Jones a registar a maior variação de sempre numa sessão, revelando a grande volatilidade que se vive nos mercados. O Standard & Poor’s teve a pior semana desde 1933. O Nasdaq foi a excepção e terminou no verde.

VIX em níveis recorde
De salientar também que o índice de referência para as opções sobre as acções norte-americanas ultrapassou os 75 pontos pela primeira vez na sua história. O VIX, ou “barómetro do medo”, como é conhecido o índice de volatilidade da Bolsa de Opções de Chicago, disparou para o quinto recorde consecutivo, nos 75,74 pontos.
Este índice mede o custo de usar opções como garantia contra quedas no índice Standard & Poor’s 500, que está a negociar com um PER de 17.“Neste momento, os investidores estão apenas a tentar aguentar cada dia que passa”, comentou à Bloomberg um estratega da Ridgeworth Investments, Alan Gayle. “Os mercados estão a ser movidos pelas emoções e pelos rumores”, acrescentou.NYSE e Nasdaq podem travar vendas curtas.
A Bolsa de Nova Iorque e o Nasdaq poderão, entretanto, propôr a proibição de vendas curtas para os títulos com maiores quedas, declararam à Bloomberg três pessoas que afirmaram ter visto um esboço da norma. O plano, que pode ser apresentado ainda hoje, exige que uma acção que feche a cair mais de 20% seja protegida dos “short sellers” nos três dias seguintes.

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

BOLSA REGISTA MAIOR QUEDA DE SEMPRE, QUASE 10%...

As bolsas mundiais voltaram a viver uma segunda-feira negra, à qual Lisboa não escapou. O índice PSI-20 registou mesmo a maior queda percentual desde a sua criação, em 1993, ao afundar 9,86% para mínimos de Agosto de 2004, abaixo dos 7 mil pontos. Entre as acções mais castigadas, destaque para a descida de 16,44% da EDP e 13,07% da Galp. 15 acções do PSI-20 desceram mais de 6%. 20 cotadas atingiram mínimos do ano.
Os mercados accionistas em todo o mundo sofreram perdas acentuadas, devido ao acentuar da crise financeira, numa altura em que são cada vez maiores os receios de virem a ocorrer mais falências no sistema financeiro, em especial no “velho continente”, depois do Fortis, Dexia e do Hypo Real Estate...

As bolsas mundiais voltaram a viver uma segunda-feira negra, à qual Lisboa não escapou. O índice PSI-20 registou mesmo a maior queda percentual desde a sua criação, em 1993, ao afundar 9,86% para mínimos de Agosto de 2004, abaixo dos 7 mil pontos. Entre as acções mais castigadas, destaque para a descida de 16,44% da EDP e 13,07% da Galp. 15 acções do PSI-20 desceram mais de 6%. 20 cotadas atingiram mínimos do ano...
O PSI-20 fechou o dia nos 6.954,87 pontos, com as 20 cotadas do índice em queda. Esta foi a maior desvalorização percentual diária do índice principal da bolsa de Lisboa desde a sua criação em 1993. Superou mesmo a queda de 9,14% sofrida no “crash” de 1 de Outubro de 1998, na altura da crise asiática.Na Europa, as perdas oscilaram entre os mais de 5% de Madrid e os perto de 10% de Paris e Amesterdão. cAs medidas anunciadas pelos governos europeus, a garantirem os depósitos dos cidadãos e a anunciarem que estão preparados para salvar mais bancos, não serviram para acalmar o nervosismo dos investidores. Além disso, persistem os temores de recessão, na Zona Euro, EUA e mesmo a nível mundial.
Na praça portuguesa nenhuma cotada escapou ao sentimento negativo dos investidores. No Eurolist foram 20 as cotadas a fixarem hoje mínimos de pelo menos 52 semanas.Mais de metade dos títulos do PSI-20 apresentou quedas superiores 7%. 15 caíram mais de 6% e a menor queda entre as acções do índice foi protagonizada pela Portucel, que cedeu 3,54%. A Galp Energia sofreu a segunda perda mais acentuada, com uma desvalorização de 13,07% para 9,445 euros, com a companhia a ser penalizada também pela descida do preço do petróleo, que atingiu o valor mais baixo desde Fevereiro. Em Londres o Brent cai mais de 4% para 86,60 dólares.O sector energético foi dos mais penalizados, com a EDP a ceder 16,44% para 2,256 euros, a Renováveis a cair 12,09% para 4,668 euros e a REN a baixar 5,5% para 2,56 euros.Devido ao tumulto que atravessa, o sector financeiro foi também dos mais penalizados. O Banco Comercial Português caiu 7,26% para 1,048 euros, o Banco Espírito Santo cedeu 9,14% para 8 euros e o Banco BPI baixou 7,76% para 1,96 euros. Também com perdas avultadas acima de 10%, a Jerónimo Martins caiu 12,65% para 4,701 euros, a Brisa baixou 12,08% para 5,803 euros e a Altri perdeu 12,03% para 1,865 euros.
Em caso de pânico, ou cenário em que a maioria dos depositantes corria ao seu Banco na tentativa de levantar as suas poupanças!
Haveria instituição financeira que resistisse? Em caso afirmativo, como iria arranjar essa liquidez? E, no seguimento desta questão: Não deveriam os rácios de liquidez ser aumentados para acautelar situações destas?
Numa situação de pânico em que a maioria dos clientes de uma instituição financeira fosse resgatar os seus depósitos, naturalmente que nenhum banco teria disponível nos seus cofres liquidez suficiente para fazer face a esses pedidos. No entanto, a provável incapacidade dos bancos em responder a um pedido avassalador de levantamentos não significa que essa instituição esteja com graves problemas financeiros. A verdade é que a banca funciona numa lógica em que capta recursos junto de uma parte dos seus clientes, comprometendo-se a pagar juros por esses fundos que, de seguida, utiliza para financiar outros clientes, a quem cobra juros. No entanto, todos os bancos estão obrigados pelo Banco de Portugal a manter níveis mínimos de liquidez, para fazer face aos pedidos de levantamento dos seus clientes e a outras necessidades. Numa situação normal, os mínimos actualmente em vigor têm-se revelado suficientes...

terça-feira, 30 de setembro de 2008

ING (Banco Holandês) baixa "target" do BCP para 0,86 euros e recomenda "vender"...





HÁ CERCA DE SEIS MESES, SEGUNDO AS MINHAS ANÁLISES E EXPECTATIVAS, DISSE QUE O "TARGET" DO BCP, ESTARIA ABAIXO DOS VALORES DE l,OO EURO...
CONCLUI-SE QUE MAIS UMA VEZ, QUE NÃO ESTAVA ENGANADO, DISSE APENAS A PURA VERDADE...
- ONDE ESTÃO OS COMENTADORES QUE ME CRITICARAM?!...
AGORA NÃO ME DIGAM QUE É POR CAUSA DESTA CRISE DOS EUA, PORQUE ESTA CRISE JÁ COMEÇOU A SER "ENGENDRADA" HÁ MAIS DE DEZ ANOS...


O ING cortou em mais de 50% a avaliação das acções do BCP. O "target" do maior banco privado nacional caiu para 0,86 euros e a recomendação foi revista para "vender", isto numa nota de investimento em que o banco holandês actualizou, negativamente, a sua visão sobre o sector financeiro português. O BES continua a ser o preferido.
“Reiteramos a nossa visão cautelosa sobre os bancos portugueses”, refere o analista Ignacio Ulargui no documento a que o Negócios teve acesso. Para o ING, as instituições financeiras nacionais são “umas das mais alavancadas da Europa”, antevendo dificuldades futuras, especialmente dado o actual contexto de crise.
É com base na perspectiva de potenciais dificuldades em termos de capital que o ING colocou a recomendação do BCP em “vender”, contra “manter” anteriormente. O preço-alvo foi reduzido de 2,00 euros para 0,86 euros, avaliação que confere às acções do banco liderado por Santos Ferreira um potencial de queda de 24,2%, face à cotação actual (1,135 euros).O BCP sofreu o maior corte no “target” entre os três maiores bancos cotados nacionais e foi o único a ver a recomendação descer. No entanto, BPI e BES também foram alvo de revisões negativas nas avaliações. O analista Ignacio Ulargui baixou o preço-alvo do BPI para 2,19 euros, de 5,25 euros.O BES sofreu uma redução de 45,4% no “target”, de 19,60 euros para 10,70 euros. Este preço-alvo confere às acções do banco liderado por Ricardo Salgado um potencial de subida de 23,5% face à cotação actual de 8,66 euros. Neste sentido, o ING atribui-lhe uma recomendação de “comprar”, sendo o BES o banco preferido da equipa de “research”, em Portugal...

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

CONGRESSO NORTE-AMERICANO CHUMBA PLANO PAULSON


CONGRESSO NORTE-AMERICANO CHUMBA PLANO PAULSON



A Casa dos Representantes do Congresso norte-americano chumbou o plano de urgência da administração de Bush no valor de 700 mil milhões de dólares com 228 votos contra e 205 a favor.

Avaliado em cerca de 700 mil milhões de dólares, o plano de urgência apresentado pela administração de George W. Bush encontrou muitas reticências, com a maioria dos congressistas republicanos inesperadamente votou contra o plano que a Administração do seu próprio partido levou a negociação.

domingo, 28 de setembro de 2008

Estamos a destuír a maior riqueza do Planeta...


George Soros


"Estamos a assistir à destruição de riqueza"
A crise financeira é a pior desde a Grande Depressão. Ainda há mais para vir, dizia George Soros, na véspera da falência da Lehman Brothers e do socorro à AIG. Manteve a sua posição, à BBC, depois destes acontecimentos. Para o multimilionário, as autoridades têm de intervir para salvar o sistema...


OBS:

Bastava cerca de "seis magnatas" mais ricos de cada país quererem; para assentar a economia Mundial no seu devido lugar...

Assim tivessem a boa vontade!

sábado, 27 de setembro de 2008

Governo acelera reforço de sanções a bancos e cotadas



O ministro das Finanças convocou para a próxima segunda-feira uma reunião urgente do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, com o objectivo de discutir medidas que promovam um aumento da transparência por parte das instituições financeiras e, sobretudo, que agravem as sanções aplicadas aos bancos, seguradoras e empresas cotadas que violem a lei.

O ministro das Finanças convocou para a próxima segunda-feira uma reunião urgente do Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, com o objectivo de discutir medidas que promovam um aumento da transparência por parte das instituições financeiras e, sobretudo, que agravem as sanções aplicadas aos bancos, seguradoras e empresas cotadas que violem a lei.

A iniciativa de Fernando Teixeira dos Santos promete acelerar as alterações legislativas que têm sido reivindicadas pelos supervisores e pelos deputados, na sequência das irregularidades que foram cometidas por anteriores administrações do BCP
.

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

CMVM condena BCP ao pagamento de 3 milhões de euros, com suspensão parcial da execução!...




A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) condenou o Banco Comercial Português ao pagamento de uma coima de 3 milhões de euros por um total de 100 sanções. No entanto, o regulador deliberou a suspensão parcial da execução de 2,5 milhões de euros da coima aplicada se o banco indemnizar os clientes prejudicados nas campanhas accionistas de 2000 e 2001. A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) condenou o Banco Comercial Português ao pagamento de uma coima de 3 milhões de euros por um total de 100 sanções. No entanto, o regulador deliberou a suspensão parcial da execução de 2,5 milhões de euros da coima aplicada se o banco indemnizar os clientes prejudicados nas campanhas accionistas de 2000 e 2001. A CMVM deliberou aplicar uma coisa de 3 milhões de euros ao BCP pelas infracções de intermediação excessiva, conflito de interesses, dever de conservadoria e qualidade da informação. No total, a CMVM aplicou 100 sanções ao BCP, que totalizavam 5,655 milhões de euros, no entanto, o regulador decidiu “proceder ao cúmulo jurídico das 100 sanções e condenar o arguído numa coima única no montante de 3 milhões de euros”. O organismo liderado por Carlos Tavares decidiu proceder à suspensão parcial da execução de 2,5 milhões de euros da coima aplicada, pelo prazo de dois anos, por considerar que a execução parcial da multa “realiza de forma adequada e suficiente as finalidades da punição, desde que verificadas as condições estabelecidas”. A CMVM justifica a decisão de aplicar a suspensão parcial da execução da coima com a “política assumida pelo actual conselho de administração do arguido”, que enviou a clientes seus uma proposta de Convenção de Mediação tendente ao ressarcimento de eventuais danos; ao facto de no aumento de capital realizado este ano não terem sido detectados “indícios de comportamentos idênticos aos que constituem objecto do presente processo” e à obrigação da sua actividade sancionatória ter “em conta a protecção de investidores concretos”. A suspensão parcial da execução da coima fica condicionada a duas condições:
Condição 1: O BCP, no prazo de 60 dias a contar da data da notificação da presente decisão tem que comunicar à CMVM; o universo total de clientes/accionistas destinatários das Campanhas Accionistas "Millennium bcp" de 2000 e 2001 que manifestaram pretensões indemnizadoras contra o arguído que ainda não tenham sido satisfeitas.
Condição 2: No prazo de um ano a contar da notificação da presente decisão, se verifiquem cumulativamente os seguintes requisitos:
1 - Ressarcimento efectivo pelo arguido dos clientes/accionistas, identificados nos termos da condição 1, pelos danos apresentados no processo de mediação, salvo se a proposta do mediador for recusada pelo cliente/accionista ou se este desistir do procedimento de mediação;
2 - Ressarcimento efectivo pelo arguido da maioria dos clientes/pequenos accionistas identificados nos termos da condição 1 que, não tendo sido abrangidos pelo processo de mediação, devam ser tratados em termos equivalentes por razões de equidade;
3 - O arguido comunique à CMVM as situações de ressarcimento efectivo, acompanhadas dos respectivos documentos comprovativos. A CMVM refere que a suspensão parcial da coima pode ser prorrogada, a pedido do arguído, por um máximo de mais seis meses, desde que, em requerimento fundamentado, este demonstre a necessidade de mais tempo para proceder às indemnizações devidas. Se qualquer das condições impostas pela CMVM não for preenchida nos prazos definidos, a suspensão fica sem efeito e o regulador procede à execução da integralidade da sanção aplicada.


COMENTÁRIOS:

anlopes

Afinal é isto a "JUSTIÇA" Qual foi o montante arrecadado pelo BCP????? Criminalmente quais vão ser os "PASSOS" seguintes. Quem são os senhores (?????) que vão para a "CADEIA" ou será que tudo isto vai ser "BRANQUEADO?????" Se assim for, vamos ter desunião em Portugal. Pois para uns é uma Lei e para outros existe outra Lei. Depois acham "esquisito" os problemas da Quinta do Mocho da Quinta da Fonte, enfim de um País que começamos a não compreender por mais que nos esforçamos. Estamos à beira de um "Conflito Interno", onde todo o "espertalhaço" se serve e os honestos e os trabalhadores são enganados, roubados e explorados. Dizem-me ser isto a DEMOCRACIA. Só que a Democracia é sobretudo um Estado de Direito. Os Investidores "BCP enganados" querem JUSTIÇA. Ou será que a Procuradoria Geral da Republica não vai AGIR. ????? A multa da CMVM foi muito "BRANDA". Agora com o dinheiro dos pequenos accionistas vão "gastar" com os advogados para "passar o sol pela peneira". HAJA DECORO, HONESTIDADE E RESPEITO PELA VIDA HUMANA. OU SEJA PELOS VERDADEIROS HOMENS.

jomera - Multa ao BCP?

Quando se multa o BCP os mais penalizados são os pequenos accionistas, os funcionários e os clientes. São estes que sofrem! Os funcionários são os primeiros e os pequenos accionistas vêm a seguir. Uns são logo pressionados a trabalhar mais, os outros vêm as suas expectativas futuras esfumar-se. AGORA, ouvi dizer que houve pelo menos um admnistrador que saíu com uma indemnização de 10 MILHÕES DE EUROS, outros sairam com reformas e prèmios de gestão do último ano de não-sei-quantos milhões. Mas que é isto? Quando corre bem açambarca-se ao máximo e quando corre mal sacode-se a água do capote? Pensam que o povo é ESTÚPIDO, não, o povo não é estúpido. O povo é SERENO, mas isto vai-se acabar. Melhor dizendo ACABOU. ESTAMOS FARTOS. Se não houver responsabilidades individuais, vocês vão ver. Preparem-se: assaltos, raptos dos filhos dos ricos, tumultos sociais. ESTAMOS FARTOS DISTO, se é para roubar, há que distribuir por todos e não sempre aos mesmos ricaços da treta. VENCEREMOS.

quarta-feira, 13 de agosto de 2008

CMVM admite vir a aplicar sanções individuais contra antigos responsáveis do BCP..



CMVM avalia aplicação de sanções individuais a ex-gestores do BCP...
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) admite vir a aplicar sanções individuais contra antigos responsáveis do BCP, independentemente das acusações que possam vir a ser feitas à própria instituição, no âmbito do processo de investigação que a entidade de supervisão ainda tem em curso.
A Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM) admite vir a aplicar sanções individuais contra antigos responsáveis do BCP, independentemente das acusações que possam vir a ser feitas à própria instituição, no âmbito do processo de investigação que a entidade de supervisão ainda tem em curso.
Em causa está a prestação de informação falsa ao mercado, designadamente pelo facto de o banco nunca ter registado acções próprias detidas por sociedades "off-shore" e que foram adquiridas com financiamento da instituição.
O Código de Valores Mobiliários prevê, como "sanções acessórias, a aplicação de penas individuais", cuja aplicação "é algo que será avaliado" quando o processo estiver na fase final, revelou ontem Carlos Tavares, presidente da CMVM, num encontro com jornalistas. O Código admite que, além de coimas, o supervisor possa ditar a "interdição temporária do exercício, pelo infractor, da profissão ou da actividade a que a contra-ordenação respeita".

terça-feira, 29 de julho de 2008

Litígio entre BCP e pequenos investidores sanado em Março...

Banca
Litígio entre BCP e pequenos investidores sanado em Março
O processo de mediação destinado a pôr fim ao litígio entre o Banco Comercial Português (BCP) e os pequenos investidores que adquiriram acções do banco nos aumentos de capital de 2000 e 2001 (Campanha Accionista Millennium Bcp) deverá estar concluído, no máximo, até ao final do primeiro trimestre do próximo ano.

O processo de mediação destinado a pôr fim ao litígio entre o Banco Comercial Português (BCP) e os pequenos investidores que adquiriram acções do banco nos aumentos de capital de 2000 e 2001 deverá estar concluído, no máximo, até ao final do primeiro trimestre do próximo ano.

As conversações entre as partes, mediadas pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), têm início já em Agosto e o objectivo do supervisor é ter o processo concluído até final de Março de 2009.

sábado, 28 de junho de 2008

CMVM entrega na PGR relatório final das práticas de crime do BCP, que indicia crime de manipulação de mercado...


CMVM entrega na PGR relatório final que indicia crime de manipulação de mercado...
O presidente da CMVM, Carlos Tavares, entregou hoje na Procuradoria-geral da República (PGR) o relatório final sobre as averiguações referentes ao caso BCP , onde resume todas as provas que indiciam crime de manipulação de mercado...
O presidente da CMVM, Carlos Tavares, entregou hoje na Procuradoria-geral da República (PGR) o relatório final sobre as averiguações referentes ao “CASO BCP”, onde resume todas as provas que indiciam crime de manipulação de mercado.

Seis meses depois de iniciadas as investigações da entidade reguladora, despoletadas na sequência de denúncias de investidores sobre casos de aquisição de acções próprias do BCP através de sociedades sedeadas em “off-shores” detidas pelo próprio banco, Carlos Tavares reuniu-se hoje com o Procurador-geral da República, Pinto Monteiro, para lhe entregar o dossier final.

Contactada pelo Jornal de Negócios, a PGR confirmou a recepção do relatório e comunicou que o processo seguirá para o Departamento de Investigação e Acção Penal “para competente investigação”...

quinta-feira, 26 de junho de 2008

BCP recorre à mediação da CMVM para resolver litígios com pequenos investidores... No ano 2000 / 2001...



Aumentos de capital de 2000 e 2001...

BCP recorre à mediação da CMVM para resolver litígios com pequenos investidores...
O Banco Comercial Português vai propor aos pequenos investidores a resolução dos litígios emergentes da subscrição dos aumentos de capital em dinheiro realizados pelo banco, nos anos 2000 e 2001, através de um procedimento de mediação organizado pela Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), revelou a instituição financeira em comunicado.
O Banco Comercial Português vai propor aos pequenos investidores a resolução dos litígios emergentes da subscrição dos aumentos de capital em dinheiro realizados pelo banco, nos anos 2000 e 2001, através de um procedimento de mediação organizado pela
Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM), revelou a instituição financeira em comunicado.
Segundo a mesma fonte, o Conselho de Administração Executivo informou, no decurso da última Assembleia Geral, que iria propor aos pequenos investidores a resolução de eventuais litígios.

Neste contexto, a actual proposta “é dirigida aos investidores que tenham apresentado reclamação ao BCP, ao Provedor do Cliente do BCP, ao Banco de Portugal ou à CMVM ou que tenham proposto acção judicial contra o BCP ou reconvindo em acção judicial proposta pelo BCP”.
A proposta é a estes dirigida desde que, cumulativamente, no conjunto dos dois aumentos de capital, tenham subscrito até 25 mil acções do BCP, com recurso à concessão de crédito pelo BCP ; nos três anos anteriores ao início da subscrição tivessem, directa ou indirectamente, menos de (indicativamente) 20% do seu património aplicado em acções emitidas por quaisquer sociedades anónimas e, por fim, em consequência da subscrição de acções nos aumentos de capital em dinheiro realizados pelo BCP em 2000 e 2001, tenham passado a deter mais de (indicativamente) 25% do seu património em acções do BCP, explica o comunicado.

A mesma fonte acrescenta que, para aceitar este procedimento, “cada investidor que se considere incluído no âmbito das condições expressas no parágrafo anterior deve, até ao dia 28 de Julho, assinar uma proposta de Convenção de Mediação, a qual será igualmente assinada pelo BCP e depois entregue na CMVM”.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Carlos Tavares diz que Menezes Cordeiro usou “tom desrespeitoso” ao falar da CMVM...


O presidente da CMVM, Carlos Tavares, considera que o presidente da mesa da assembleia geral do BCP, António Menezes Cordeiro, usou um “tom desrespeitoso” quando se referiu à entidade de supervisão na reunião de accionistas do BCP. “Não podemos aceitar o tom desrespeitoso de alguns comentários.




O presidente da CMVM, Carlos Tavares, considera que o presidente da mesa da assembleia geral do BCP, António Menezes Cordeiro, usou um “tom desrespeitoso” quando se referiu à entidade de supervisão na reunião de accionistas do BCP. “Não podemos aceitar o tom desrespeitoso de alguns comentários.

Não temos outro interesse a defender que não seja o do mercado e o dos accionistas”, adiantou aos jornalistas, à margem da sessão especial de bolsa da oferta inicial de venda da EDP Renováveis.

Questionado sobre a reeleição da KPMG para auditor do BCP depois de o supervisor ter informado o banco de que as suas investigações prosseguem, o líder da CMVM limitou-se a afirmar que “é uma decisão dos accionistas”.

Na semana passada, na AG do BCP, Menezes Cordeiro afirmou que a carta que a CMVM enviou ao conselho geral e de supervisão do banco, informando que iria continuar a investigar a actuação da KPMG nas irregularidades que terão sido cometidas pela instituição “é uma simpática e respeitável prosa que não tem base legal”. O presidente da mesa do BCP chegou ainda a classificar de “brilhantes” as prosas que o supervisor costuma elaborar.

quarta-feira, 9 de abril de 2008

Ex. Administradores do BCP vão ser ouvidos !...

A comissão de inquérito à supervisão financeira vai ouvir Jardim Gonçalves e Paulo Teixeira Pinto, por requerimento do PCP e do Bloco de Esquerda, e do PSD. A comissão ainda não votou os requerimentos apresentados pelos partidos, mas o deputado ainda não votou os requerimentos apresentados pelos partidos, mas o deputado social-democrata Patinha Antão, adiantou que este partido mantém a pretensão de ouvir em primeiro lugar o antigo administrador do banco de Portugal, António Marta, e o administrador da CMVM, Amadeu Ferreira. O PCP e Bloco de Esquerda chegaram a um entendimento para pedir, para já, as audições do fundador e antigo presidente do BCP, Jardim Gonçalves, e o também presidente do conselho de administração, Paulo Teixeira Pinto. A reunião de hoje da comissão de inquérito visa definir a metodologia de trabalho, incluindo o calendário, a partir da apreciação dos requerimentos apresentados pelos diversos partidos, e decidir se constitui ou não um grupo de trabalho, bem como designar um relator. Os partidos propuseram a audição de dezenas de pessoas, a maioria ligadas ao Banco Comercial Português (BCP) e a factos relacionados com este banco, além dos presidentes das entidades de supervisão dos sectores bancário - Vitor Constâncio - Carlos Tavares...

"Muito Atento"
Será que não percebem ?...Talvez até percebam bem demais! Seria interessante saber se os títulos BCP não estarão nas carteiras destes senhores! E verificar quando os compram ou compraram ...

segunda-feira, 7 de abril de 2008

BCP poderá ter de pagar coimas no valor de cerca de 10 milhões de euros!...

O BCP arrisca vir a pagar coimas máximas no valor de quase nove milhões no âmbito da contra-ordenação desencadeada pelo Banco de Portugal (BdP) com base nos indícios de ilícitos detectados nas investigações que o supervisor tem em curso. Em causa estão regras desrespeitadas no âmbito de operações de financiamento de sociedades "off-shore" para a compra de acções do próprio BCP.

Segundo o prospecto do aumento de capital do banco, a entidade liderada por Vítor Constâncio está a investigar "a inobservância de regras contabilísticas, a prestação de informações falsas ou incompletas ao BdP, nomeadamente no que diz respeito ao valor dos fundos próprios, e o incumprimento de obrigações de natureza prudencial".

Os ilícitos referidos podem resultar em coimas máximas de 8,98 milhões. Mas nada garante que as investigações em curso não venham a detectar outras irregularidades e até suspeitas de ilícitos criminais, que competem ao Ministério Público.

Já os processos em curso na CMVM poderão resultar na aplicação de multas de cinco milhões de euros, de acordo com aquele documento. Em causa está a prestação de informação falsa ao mercado e outras violações, sendo que cada ilícito destes está sujeito a uma coima máxima de 2,5 milhões. No entanto, este valor poderá ser multiplicado pelo número de ilícitos que vierem a confirmar-se.

quinta-feira, 3 de abril de 2008

MILLENNIUMBCP EM "MAUS LENÇOIS"



O BCP poderá ser alvo de um processo de contra-ordenação muito grave por parte da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários pelo facto de ter publicado o relatório e contas individuais referente a 2006 com um atraso de quase um ano.

O documento só ontem foi disponibilizado no site da entidade de supervisão, apesar de ter sido aprovado na assembleia geral (AG) do banco que teve lugar a 28 de Maio de 2007.

O banco rejeita a possibilidade de vir a ser castigado por este atraso, alegando que não houve intencionalidade nesta omissão. As contas foram "agora publicadas por se ter verificado a existência de lapso que afectou a sua normal publicação conjunta" com o relatório e contas consolidado, justifica a instituição na folha de rosto do documento ontem disponibilizado.


COMENTÁRIO:

Campanha 2000

Tanta ilegalidade!...


Sr. Carlos Tavares, perante tantas ilegalidades gravíssimas para as quais o BCP tenta sempre se desculpabilizar, com os pretextos mais absurdos, não acha que é altura de suspender ou excluir o título BCP da Bolsa? É que as ilegalidades cometidas em 2000/2001 aos pequenos accionistas com a venda de acções próprias aruinou e continua a arruinar milhares de pessoas indefesas, perante este MONSTRO BCP, e as quais mereciam um apoio especial por parte das autoridades. Se o BCP consegue enganar os Supervisores imaginem a facilidade com que burlou milhares de famílias. Para ter uma pequena ideia consultem: http://pedrodatorre.wordpress.com/editorial/ , www.lesadosbcp.com , http://bcpfraude.blogspot.com/ , http://www.cmvm.pt/NR/exeres/BB3753F5-4C11-44EB-8D2C-B71A179FFA3A.htm?WBCMODE=pre
É a maior vergonha Nacional...

Os nossos governantes, que estão fazendo!!! Vão deixar que isto seja mesmo uma anarquia?... Tanta desgraça que este monstro já concretizou! AINDA NÃO CHEGA?...

sexta-feira, 28 de março de 2008

Maior crise de todos os tempos...

ELEITOS >> Santos Ferreira, Presidente do Conselho de Administração do Banco Comercial Português (BCP), e Paulo Macedo, administrador, à chegada para o primeiro dia de trabalho, em 16 Janeiro 2008, às instalações administrativas do BCP. AO LADO >> Armando Vara, eleito Vice-Presidente do BCP, à saída do edifício da Alfândega, no Porto, onde decorreu a assembléia geral de acionistas do BCP, o maior banco privado português, em 15 de Janeiro de 2008.

O Banco Comercial Português (BCP), o maior banco privado que responde por cerca de 25% do mercado financeiro do país, atravessa prolongada crise de gestão e alguns dos seus principais administradores em Portugal são suspeitos de diversas irregularidades e crimes financeiros, sob investigação do Banco de Portugal.

Para o ministro luso das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, as denúncias de “operações ilegais” e “eventuais ilícitos criminais” no BCP devem ser investigadas e os culpados devem ser punidos. “É importante que as autoridades prossigam a sua atividade até ao fim e é importante que punam seja quem for e doa a quem doer”, disse Teixeira à rádio TSF, de Lisboa.

Segundo ele, foram “enunciadas publicamente um conjunto de operações ilegais, operações que indiciam ilícitos de natureza criminal que estão sob investigação do Banco Portugal, da CMVM (Comissão do Mercado de Valores Mobiliários) e do próprio DIAP (Departamento de Investigação e Ação Penal”.

De acordo com o Jornal de Negócios, o BCP teria concedido financiamentos de pelo menos 700 milhões de euros a sociedades "off-shores" que com esses fundos adquiriram ações do banco nos aumentos de capital feitos desde 2000. Uma prática que, a ser confirmada pelas investigações da CMVM e do Banco de Portugal, configura uma violação ao Código das Sociedades Comerciais e à lei bancária.

Na sexta-feira, 18 de janeiro, o governador do Banco de Portugal (BdP) falou por quase seis horas durante audiência na Assembléia da República, após muita polêmica sobre o adiamento da data. Ele afirmou que a criação de 17 sociedades off-shore pelo Millenniumbcp para compra de ações próprias nunca foi comunicada pelos auditores externos. Os partidos da oposição, de esquerda e direita, consideram insatisfatórios os esclarecimentos de Vítor Constâncio, e o assunto está em todos os jornais lusos.

Segundo Constâncio, os processos de contra-ordenação que o Banco de Portugal abriu no final de dezembro contra o BCP nada têm a ver com as off-shores investigadas em 2003, e são relativos a um segundo conjunto de entidades sediadas em off-shores, das quais se desconhece ainda os proprietários. O governador do Banco de Portugal destacou que a existência destas 17 off-shores foi ocultada e que a instituição, com as suas capacidades de intervenção, “não tinha real possibilidade de as ter identificado”. “Nem nós, nem a CMVM, nem os auditores tínhamos possibilidade de saber que existiam”, disse.

Durante a audição parlamentar, Constâncio declarou-se limitado pela lei do sigilo bancário e sigilo profissional, e considerou que essa inibição se estende a uma comissão parlamentar de inquérito. O governador do Banco de Portugal garantiu aos deputados que não existem situações de risco específico iminente no BCP nem estão em causa os rácios de capital. Também “não existem acusações deduzidas contra quem quer que seja”, disse Constâncio, acrescentando que “a dimensão das operações sob investigação nunca poria em causa a capacidade” do maior banco privado português em desenvolver a sua atividade.

Através de duas denúncias, em novembro e dezembro de 2007, com fotocópias e documentos internos do BCP, o BdP conseguiu identificar off-shores, que teriam gerado "conseqüências financeiras significativas". Apesar da ilegalidade, não apontou ninguém. "O BCP não está afetado na sua atividade normal" disse, "e não existem acusações deduzidas sobre quem quer que seja" afirmou Constâncio.

Também estão sendo ouvidos em audiência o presidente da CMVM, Carlos Tavares, e o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos. O primeiro-ministro português, José Sócrates, recusou comentar a situação do BCP. “Não tenho nenhum comentário a fazer(...) Espero que os acionistas saibam dar resposta pronta à situação que se vive no BCP", afirmou Sócrates, no mês passado. As denúncias sobre operações bancárias ilegais do BCP sucedem-se há mais de um ano, mas até hoje não foram apresentados resultados das investigações desencadeadas pelo Banco de Portugal e pela CMVM.

Banco de Portugal
O ministro das Finanças manifestou apoio e confiança às investigações, e considerou injustificáveis as críticas que possam pôr em causa a independência das autoridades, referindo-se ao Banco de Portugal, divulgou o Portugal Digital. “É injustificável a todo o título que se procure fragilizar essas instituições atacando-as de forma injustificada. A quem serve questionar a independência das autoridades quando elas estão a desenvolver um processo de investigação?”, questionou.

Isso porque o líder do CDS-PP, Paulo Portas, sugeriu que o governador do Banco de Portugal devia se demitir ou ser fiscalizado por uma comissão de inquérito parlamentar. “O governador diz que em nenhuma parte do mundo a fiscalização é infalível. Mas é por isso que quando falha, se fiscaliza, com uma comissão de inquérito, ou então se muda, com uma demissão” disse Paulo Portas.

O jornal Público divulgou que desde 2001, o Banco de Portugal sabia da existência de operações suspeitas no BCP. Segundo o jornal português, o Banco de Portugal chegou a trocar correspondência com a administração do banco, culminando em instruções do vice-governador do Banco de Portugal, e apenas em 2004, António Marta solicitou a correção das irregularidades.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
_______________________________________________________________________________________________________

DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"