quinta-feira, 19 de julho de 2012

Contas do BCP podem aumentar incerteza sobre reembolso ao Estado


Os analistas do BPI esperam que o BCP apresente prejuízos de 530 milhões de euros no primeiro semestre. O BCP vai mostrar os seus resultados ao mercado a 27 de Julho. E as expectativas do analista do BPI, Carlos Peixoto, não são animadoras. O banco espera um prejuízo líquido de 530 milhões de euros no primeiro semestre do ano. Além disso, o analista refere numa nota aos investidores que "as margens deverão ser desapontantes, pressionadas pelo maior custo de financiamento junto do retalho e a evolução desfavorável das taxas de referência". Grande parte dos prejuízos será originada pela constituição de provisões no valor de 450 milhões de euros para acautelar imparidades relacionadas com a exposição do BCP à Grécia, tal como anunciado pelo banco liderado por Nuno Amado no plano de recapitalização. Além das provisões relacionadas com a Grécia, o BPI espera que o BCP também tenha de aumentar as provisões referentes à deterioração da qualidade dos activos em Portugal e no sector da construção na Polónia. Em conclusão, o analista do BPI refere que "os resultados do segundo trimestre continuarão provavelmente a alimentar a incerteza sobre a capacidade do banco devolver os três mil milhões de euros" ao Estado. Recorde-se que para atingir os rácios de capital exigidos pela Autoridade Bancária Europeia, o banco teve de solicitar um apoio estatal de três mil milhões de euros através de instrumentos de capital contingente. A estimativa do BPI é mais negativa que outra divulgada hoje. Segundo o Jornal de Negócios, o BESI estima que o BCP apresente prejuízos de 428 milhões de euros no primeiro semestre do ano.

( D E )

quinta-feira, 5 de julho de 2012

http://sicnoticias.sapo.pt/economia/article1641579.ece



O Tribunal da Relação de Lisboa mandou repetir o julgamento do processo que envolve o BCP e Jardim Gonçalves. Em causa estão denúncias de Joe Berardo, acusando a administração do banco de utilização de diversas offshores para comprar ações do BCP.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Estado injecta hoje 4500 milhões no BCP e no BPI

Estado injecta hoje 4500 milhões no BCP e no BPI. Até final de Julho indica quem vai fiscalizar o uso do dinheiro proveniente da linha de apoio da troika O Estado vai injectar hoje 4500 milhões de euros no BCP e no BPI, numa iniciativa inédita de apoio ao sistema financeiro português. Mas a nomeação dos representantes do Governo nos órgãos sociais dos bancos, cuja missão será fiscalizar a utilização dos recursos públicos, só acontecerá mais tarde. Pelo calendário acordado com as instituições financeiras, o ministro das Finanças tem 30 dias para indicar os gestores que vão integrar os órgãos de fiscalização do BCP e do BPI.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

BCP recorre ao Estado para recapitalização de 3.500 milhões

O BCP aprovou um plano de recapitalização de 3.500 milhões de euros para cumprir as metas ‘core tier one’. Em comunicado enviado à CMVM, o Banco Comercial Português informa que aprovou um plano de recapitalização de 3.500 milhões de euros para cumprir as metas de ‘core tier one', o que inclui 3.000 milhões de euros em linhas de recapitalização pública e um aumento de capital de 500 milhões de euros, anunciou o banco (...)

 http://economico.sapo.pt/noticias/bcp-recorre-ao-estado-para-recapitalizacao-de-3500-milhoes_145924.html

domingo, 3 de junho de 2012

BCP vai ter um administrador nomeado pelo Estado

O BCP já acordou com as Finanças a entrada de um administrador não executivo em representação do Estado. Na próxima semana serão anunciados os planos de capitalização do BCP e do BPI. Estando até lá em curso as negociações entre os representantes do Ministério das Finanças e os administradores dos bancos. Sabe-se que o BCP está a fazer tudo para ter a assembleia geral extraordinária, que aprovará o plano de capitalização com recurso à ajuda do Estado, a decorrer no próximo dia 25 de Junho. O que quer dizer que tem estar convocada até ao dia 11 de Junho, já com os vários pontos na agenda. Segundo soube o Diário Económico, o banco liderado por Nuno Amado já acordou com as Finanças a entrada de um administrador não executivo em representação do Estado. A escolha de um administrador não executivo como representante do Estado é facultativa. Isto significa que caberá ao Governo escolher se designa, ou não, um administrador nos bancos que recorram à linha dos 12 mil milhões de euros. Isto, independentemente da forma como é dada a ajuda, seja através da subscrição de acções, seja através da subscrição da emissão dos títulos híbridos, CoCo's. A portaria define que, mesmo que a entrada no capital de um banco seja feita através da compra de acções, se essa aquisição não ultrapassar os 50% do capital, o Estado não irá ter direito de voto em AG. Mas "quando o número de acções subscritas ou adquiridas pelo Estado ultrapasse metade das acções representativas do capital da instituição, pode o Estado exercer a sua plenitude os direitos de voto inerentes às acções que excedam aquele limiar". Isto é, se o Estado ficar com 51%, o seu poder de voto seria apenas de 1% 

. http://economico.sapo.pt/noticias/bcp-vai-ter-um-administrador-nomeado-pelo-estado_145790.html

Comissão de luxo na função pública - Sociedade - Sol

Comissão de luxo na função pública - Sociedade - Sol

Com texto

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Banqueiros, gestores e políticos na investigação à rede de lavagem de dinheiro

Jornais divulgam nomes de alegados suspeitos, escutados e clientes da rede de lavagem de dinheiro. Ana Bruno, administradora do Sol, é dada como tendo ligações ao cabecilha de um dos esquemas de branqueamento. Todos negam qualquer envolvimento. 
 Primeiro foram os políticos. A detenção de Michel Canals, o suíço suspeito de ter sido responsável por um esquema de branqueamento de capitais portugueses na Suíça através da sociedade Akoya, terá resultado da denúncia feita por Duarte Lima. O antigo deputado social-democrata terá usado o esquema para movimentar fundos de herança de Tomé Feteira. Também Manuel Dias Loureiro, ex-governante social-democrata, volta ser referido hoje na imprensa como possível cliente da rede de lavagem de dinheiro. O antigo administrador da SLN, antiga dona do BPN, nega hoje, ao “Correio da Manhã”, qualquer ligação a este esquema, garantindo não conhecer a Akoya, empresa que Canals terá usado para branquear capitais. Já Isaltino Morais, presidente da Câmara de Oeiras, terá sido cliente dos gestores da Akoya, pelo menos enquanto estes trabalhavam na UBS, noticia o “Diário de Notícias”. José de Oliveira Costa, antigo presidente do BPN, também é referido nas investigações como um dos possíveis clientes da Akoya. Mas além do banqueiro que está a ser julgado por irregularidades cometidas no banco nacionalizado em Novembro de 2008, surgem nas investigações, conduzidas sob o nome de código Operação Monte Branco, indicações de outros banqueiros. Altos quadros do Grupo Espírito Santo são citados na Visão e na Sábado, revista que noticia que o presidente do Grupo, Ricardo Salgado, foi alvo de escutas no âmbito no âmbito da investigação conduzida pelo Ministério Público à actuação da Akoya. Também José Maria Ricciardi, presidente do BES Investimento, é citado na "Sábado" como tendo sido alvo de escutas. O banqueiro reagiu esta quarta-feira à noite, ainda antes de a revista ter sido distribuída nas bancas. Ricciardi negou pessoalmente qualquer envolvimento com este esquema, sublinhando que não conhece nem nunca falou com Michel Canals ou com outras pessoas citadas nos jornais. Já antes fonte oficial do BES havia considerado “difamatórias” as notícias envolvendo responsáveis do grupo nestes ilícitos. Também ligados ao grupo BES, já tinham sido referidos os nomes de Amílcar Morais Pires, administrador do banco, e Álvaro Sobrinho, líder da operação em Angola, como possíveis clientes da rede de lavagem de dinheiro, referiram o “i” e a “Sábado”. A revista adianta ainda que António Horta Osório, presidente do britânico Lloyds, terá sido outro dos banqueiros investigados. Gestores de grupos de media também constam da lista de possíveis envolvidos. Paulo Fernandes, presidente da Cofina (dona do Negócios) foi referido pelo “i” como possível cliente de Michel Canals, o que porta-voz da empresa desmentiu na própria notícia. Por seu turno, Ana Bruno (na foto), administradora do jornal “Sol”, faz a capa da “Visão”, que a indica como tendo ligações ao presidente da empresa suíça, através da Acron Berlin Brandeburg Internacional Airport. Esta sociedade vai gerir um hotel no aeroporto da capital alemã e tem Ana Bruno como presidente, que por sua vez tem como parceiro Michel Canals. A advogada já negou veementemente qualquer envolvimento com o líder da Akoya. O caso foi revelado na semana passada nos jornais. Hoje, a operação "Monte Branco", dirigida pelo Ministério Público (e sem a intervenção da Polícia Judiciária), faz manchetes de vários jornais. O caso promete continuar a dominar a agenda mediática, com a revelação de vários nomes de alegados clientes de Canals e de pessoas que, no âmbito do processo, foram investigadas.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
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DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"