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segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Coimas podem atingir 2,5 milhões de euros


Inibição do exercício da prática bancária pode ir até 10 anos.
Os ex-administradores do BCP, envolvidos no processo de investigação a alegadas irregularidades cometidas até 2007, arriscam-se a pagar coimas que podem chegar a um milhão de euros por infracção, segundo a actual lei do Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras. Além disso, é também provável que alguns venham a ser inibidos do exercício de funções. Ao abrigo da lei actual, podem ser aplicadas sanções acessórias, nomeadamente a “inibição do exercício de cargos sociais e de funções de administração”. A inibição pode ser aplicada por um período de seis meses a três anos, ou de um a 10 anos, no caso das infracções especialmente graves.
- O BCP também foi notificado e poderá ser condenado a uma coima máxima de 2,5 milhões de euros por cada infracção especialmente grave.
- No âmbito deste processo, as coimas aplicáveis são de 750 euros e 750 mil euros no caso do infractor ser um banco ou outra pessoa colectiva; e entre 250 euros e 250 mil euros no caso do condenado ser um indivíduo apenas. Para as infracções “especialmente graves”, categoria onde pode cair a prática não autorizada de actividades bancárias ou financeiras ou a gestão ruinosa de activos por parte de dirigentes bancários, as multas podem oscilar entre 2,5 mil e 2,5 milhões de euros (pessoa colectiva); e mil e um milhão de euros (pessoa singular).
- A determinação das sanções a aplicar terá também em consideração a gravidade da infracção. No caso das pessoas singulares, é tido em conta o “nível de responsabilidades e esfera de acção no ente colectivo em causa, beneficio, ou intenção de o obter, do próprio, de cônjuge, de parente ou de afim até ao terceiro grau”, assim como “especial dever de não cometer infracção”. No entanto, a lei vai ainda mais longe avaliando também “a situação económica do arguido” e a “conduta do anterior arguido”.

Comentários:
José...
Todos os ex-administradores do banco, levaram para casa em prémios e outros, mais de 400 milhões de euros (pelo menos). Se, por coincidência, todos forem considerados culpados, juntos poderão ser condenados a pagar um total de 40 milhões de euros, ou seja, um décimo daquele valor, graças às alterações ao enquadramento penal deste tipo de crimes aprovadas na semana passada pelos deputados do PS, PSD e CDS-PP. Igualmente, para além daquela “dízima”, a acusação ainda estará a levar às lágrimas cada um daqueles oito nomes, preocupados com a possibilidade de uma condenação a uma pena de prisão até 5 anos com suspensão da mesma. Lágrimas de riso, evidentemente, porque não é caso para chorar...

Ha Ha Ha...
"Justiça... Justa, é preciso!"
A verdadeira e correcta punição, seria calcular o montante dos lucros milionários que eles eventualmente obtiveram durante o período das suas vigarices, assim como calcular os prejuízos e os danos patrimoniais que causaram aos clientes/accionistas/investidores com essas mesmas vigarices, obrigando-os a devolver tudo... mas a dobrar! Porque, aplicarem coimas simplesmente simbólicas, que na realidade vão representar uma muito ínfima parte dos proveitos que eles obtiveram, tendo em conta os lucros milionários em proveito próprio e que de forma "escandalosa" continuam a usufruir (indemnizações e pensões), só pode mesmo ser definido como ridículo! Quanto à inibição de exercerem funções no sector bancário/financeiro, tratando-se de autênticos velhos "marretas", certamente que todos eles não estão muito preocupados com tal inibição, como tal, só pode mesmo ser para rir!... Infelizmente, supervisores, reguladores, "pecadores", comeram e continuam todos a comer do mesmo "tacho"... tão amiguinhos que eles foram e que certamente continuarão a ser!...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Portugueses tiram 24 milhões de euros dos fundos por dia



Desde que a crise do ‘subprime’ estalou, os resgates líquidos superaram os 12 mil milhões de euros.
A tendência continua. Desde que a crise do ‘subprime’ começou, há 17 meses, que o valor dos resgates de fundos de investimento mobiliário tem vindo a superar o das subscrições. Neste período, os resgates líquidos (diferença entre subscrições e resgates) superaram os 12 mil milhões de euros, o que representa uma média de 24 milhões por dia.
No entanto, em Novembro, registou-se uma diminuição para mais de metade no volume das entradas e saídas destes produtos de investimento. Os resgates foram de cerca de mil milhões de euros, enquanto as subscrições se ficaram pelos 388 milhões.
Desde o início do ano, o montante sob gestão das entidades nacionais desceu 41%, cifrando-se, no final de Novembro, nos 15,2 mil milhões de euros. Os números constam num relatório divulgado ontem pela Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).
A explicação para estes dados mantém-se. A crise atingiu o preço de praticamente todas as classes de activos, com o sentimento dos investidores a ser o da aversão a aplicações com maior nível de risco. Para além dos problemas nos mercados de crédito, a turbulência deixou marcas profundas nas bolsas, que desde Janeiro apresentam derrocadas a rondar os 40%.
As desvalorizações nos mercados conduziram a que grande parte dos fundos geridos pelas casas nacionais registassem perdas, levando os investidores a optarem por retirar as aplicações feitas nestes produtos.
De acordo com o responsável por uma sociedade gestora, que preferiu não ser identificado, a situação não é diferente da que se passa no resto da Europa e nos EUA. Os aforradores estão a substituir os investimentos em fundos pelos depósitos bancários, tidos como aplicações de menor risco e que nos últimos meses têm oferecido rentabilidades atractivas.

Fundos Especiais de Investimento imunes à crise
Em 2008, apenas uma das 23 categorias analisadas pela APFIPP apresenta um crescimento nos volumes geridos. Os Fundos Especiais de Investimento (FEI) apresentam subscrições líquidas de 375,5 milhões de euros em 2008 e conseguiram aumentar o valor sob gestão em mais de 18% desde o início do ano. Estes fundos permitem uma maior flexibilidade de investimento e de alocação de activos ao gestor. Em contrapartida, os Fundos de Tesouraria Euro, a categoria com maior volume sob gestão, tiveram resgates líquidos de 2,48 mil milhões de euros em 2008. Estes fundos são encarados como uma aplicação conservadora. Para além da fuga para os depósitos, estes números podem indiciar que, ao investir, os aforradores estão a privilegiar produtos alternativos e mais descorrelacionados do mercado.

Fundos em crise
- Os Fundos de Obrigações Taxa Indexada Euro perderam 54,1% dos activos sob gestão em 2008. Os resgates líquidos foram de 2,85 mil milhões de euros. A média da rentabilidade destes produtos este ano é negativa: -8,28%.
- Os investidores continuam a retirar as suas aplicações dos fundos PPR. Em 2008, o património sob gestão destes produtos teve uma quebra de 40%. As rentabilidades destes produtos oscilam, desde Janeiro, entre ganhos de 5,18% e perdas de 29,35%.
- Com a turbulência nos mercados os Fundos com Protecção de Capital conseguiram aumentar a quota de mercado este ano de 10,5% para 15%. Apesar disto, apresentam resgates líquidos de 373 milhões de euros no ano.

Gestoras dos grandes bancos responsáveis por 84% das perdas
As elevadas quedas dos mercados bolsistas continuam a abalar a indústria de fundos, e Portugal não é excepção. Que o digam as sociedades gestoras ligadas aos grandes grupos bancários – CGD, BCP, BES, BPI e Santander. No conjunto, desde o início deste ano, as gestoras dos cinco grandes são responsáveis por 84% do saldo líquido negativo, segundo os últimos dados da Associação Portuguesa de Fundos de Investimento, Pensões e Patrimónios (APFIPP).
Nos primeiros 11 meses deste ano, o saldo total entre subscrições e resgates foi negativo em 8,04 mil milhões de euros. As cinco maiores sociedades contribuíram, no mesmo período, com um saldo líquido negativo de 6,77 mil milhões de euros.
A gestora Santander Asset Management foi a que mais contribuiu para este montante, com as subscrições líquidas negativas a ascenderem a 2,27 mil milhões de euros.
A Caixagest ocupa a segunda posição, entre as sociedades que apresentaram o maior volume de resgates. Desde o início deste ano, as subscrições líquidas da sociedade gestora pertencente ao grupo CGD foram negativas em 1,97 mil milhões de euros.
Entre as cinco maiores gestoras, apenas a ESAF contraria a tendência e apresenta um saldo líquido positivo. Este ano, o balanço entre subscrições e resgates foi positivo em 359 milhões de euros. Da mesma forma, em Novembro, foi a única gestora a registar um saldo líquido positivo de 73,5 milhões de euros, o que pode ser explicado, em parte, pelos 130 milhões de euros de subscrições líquidas do fundo “Espírito Santo Rendimento Dinâmico - FEI”.
Em termos de quota de mercado, a Caixagest lidera, com 24,9% e um volume de activos sob gestão de cerca de 3,8 mil milhões de euros em Novembro. A segunda maior gestora de fundos mobiliários em Portugal é a ESAF com 3,01 mil milhões sob gestão e uma quota de 19,8%, seguida pela Santander Asset Management, com uma quota de 15,7% e activos de 2,4 mil milhões de euros.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Arguidos no caso BCP vão ser notificados ainda esta semana


A CMVM e o Banco de Portugal vão notificar os antigos gestores do BCP. Em causa estará o pagamento de coimas e a inibição do sistema financeiro.

O ano de 2008 irá terminar, finalmente, com a conclusão das investigações do Banco de Portugal (BdP) e da CMVM às irregularidades alegadamente cometidas no BCP.

Esta semana, as duas autoridades de supervisão prevêem notificar os respectivos arguidos. Em causa está, nos dois casos, a conclusão do mais complexo dos processos que foram encetados contra as anteriores administrações do BCP: a ocultação de sociedades ‘offshore’, detidas pelo próprio banco.
Contactada pelo Diário Económico, fonte oficial da CMVM confirmou que a sua investigação está concluída. Está, por isso, prevista para esta semana a notificação do banco, assim como de eventuais responsáveis individuais pelas irregularidades alegadamente cometidas no banco. O processo diz respeito à prestação de informação falsa, na compra de acções próprias através das ditas ‘offshore’, o que pode acarretar o pagamento de coimas que podem ir até aos 2,5 milhões, no caso de contra-ordenação muito grave. Deverão ainda ser aplicadas sanções acessórias à penalização do BCP enquanto pessoa colectiva, tal como Carlos Tavares havia adiantado há meses. As sanções acessórias poderão passar pela aplicação de coimas e pela interdição temporária do exercício de funções.

Este desfecho junta-se ao trabalho do Banco de Portugal, também já terminado, conforme adiantou ontem Vítor Constâncio. O governador do Banco de Portugal, que falava à margem do “V Encontro Luso Galaico de Empresários”, confirmou que o processo de investigação ao BCP “está concluído”. O Diário de Notícias adiantara este fim-de-semana que o caso estaria perto da conclusão. A promessa de encerramento das investigações ao BCP estava feita ainda para o Verão deste ano, tendo sofrido depois sucessivos adiamentos.
O governador adiantou ainda que as notificações aos arguidos identificados deverão seguir “ainda esta semana”. Em causa estão punições, nomeadamente a antigos elementos da administração do BCP. Por um lado, a possibilidade de inibição de funções por um prazo que pode ir até aos dez anos; por outro, o pagamento de coimas de até nove milhões de euros.
O responsável explicou ainda que se trata de um processo “muito complexo”, com “milhares de páginas” e que faz uma avaliação “quer dos aspectos jurídicos, quer dos impactos que teve na instituição”. Escusou-se, no entanto, a adiantar pormenores.
Feitas as notificações, as autoridades de supervisão dão por concluído o seu trabalho de investigação que, já resultou, no caso da CMVM, em algumas condenações. Tendo em conta os prazos legais, os processos agora concluídos deverão levar vários meses até produzirem resultados. Notificados os arguidos, estes terão trinta dias para contestar junto do Banco de Portugal. Desse contraditório, poderão resultar mesmo recursos judiciais. Quanto às notificações da CMVM, o prazo é de vinte dias úteis. Só depois de exercido o direito de contraditório, será, nos dois casos, formulada a acusação.

Por concluir ficam apenas as investigações a cargo do Ministério Público, que está a analisar a possível existência de crime cometido por antigos responsáveis do BCP. As investigações, por parte da CMVM e do Banco de Portugal tiveram início ainda em 2007.

Três entidades em investigação simultânea

1 - Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM)
Faltava apenas a conclusão do processo quanto à prestação de informação falsa por parte do BCP quanto a sociedades ‘offshore’ para a compra de acções próprias para se dar por terminado o trabalho da CMVM. O regulador entregou na Procuradoria-Geral da República o resultado de uma investigação em que conclui existirem indícios da existência do crime de manipulação de mercado com acções do BCP. Decidida está já está também a aplicação de coimas quanto ao processo dos pequenos accionistas, durante os aumentos de capital de 2000/2001. O banco foi ainda multado em 75 mil euros pelo atraso na apresentação das contas individuais de 2006.

2 - Banco de Portugal (BdP)
O supervisor bancário tem vindo a investigar as alegadas irregularidades cometidas no BCP desde 2007. É esse processo que agora se dá por concluído. Em causa está a prestação de informação falsa por parte do banco, no que diz respeito à compra de acções próprias através de sociedades ‘offshore’. Até agora, apenas estava concluído o processo que dizia respeito à concessão de crédito a familiares. As dívidas do filho de Jorge Jardim Gonçalves ao BCP não foram reportadas ao Banco de Portugal e, por essa razão, foi aplicada uma coima à instituição, que entretanto recorreu da decisão para tribunal.

3 - Ministério Público
O Ministério Público tem, desde o ano passado, em sua posse, queixas quanto à actuação do BCP. No final de 2007, Joe Berardo entregou uma queixa-crime contra ex-administradores pela alegada prática dos crimes de infidelidade aos accionistas e burla. Por outro lado, foi já este ano entregue pela CMVM a conclusão da sua investigação ao banco, em que foi concluída
a existência de indícios de crime de manipulação de mercado cometido pela instituição. Até agora, não se conhecem ainda resultados desse processo de investigação. A conclusão do trabalho do BdP e CMVM deverá, no entanto, ajudar
ao desfecho deste ‘dossier’.

Processo
- Notificação por parte do Banco de Portugal: informados os arguidos, estes terão trinta dias para contestar.
- Notificação por parte da CMVM: informados os arguidos, estes terão vinte dias úteis para contestar.
- Alvos de notificação: antigos responsáveis do BCP e o banco como pessoa colectiva.
- Proferida a decisão final pela CMVM e Banco de Portugal, depois do período de contestação, os arguidos podem ainda recorrer às instâncias judiciais.
- Administrações a que reportam estes processos: alguns dos responsáveis que ocuparam cargos de gestão entre 2002 e Janeiro deste ano...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

O Banco de Portugal tem seis processos a decorrer contra o BPN e há vários ex-gestores da SLN arguidos.


Constâncio investiga branqueamento de capitais no BPN.
O Banco de Portugal (BdP) tem em curso seis processos relacionados com o Banco. Português de Negócios (BPN) com base em indícios de branqueamento de capitais, prestação de informações falsas e violação do dever de informação, falsificação de contabilidade e incumprimento de regras contabilísticas. Esta informação acaba de ser prestada pelo governador do banco central à comissão parlamentar de Orçamento e Finanças, através de uma carta a que o Diário Económico teve acesso. Todos os processos foram instaurados em 2008 e em dois deles são arguidos ex-administradores da SLN SGPS, não tendo Vítor Constâncio revelado os nomes aos deputados.
“Estão em curso no Banco de Portugal seis processos de contra-ordenação nos quais é arguido o Banco Português de Negócios, isoladamente ou em conjunto com outras pessoas ou entidades ligadas ao grupo SLN”, lê-se na carta que chegou às mãos dos deputados da Assembleia da República na passada terça-feira. Quase um mês depois de a comissão ter solicitado ao Governador do Banco de Portugal informação sobre a existência de algum processo de averiguações ou contra-ordenação pendente ou em curso relativamente ao BPN ou aos seus responsáveis.
Os elementos solicitados pelo ofício, datado de 4 de Novembro, são agora revelados (ver caixa), tendo o regulador avançado que nos dois processos instaurados em Junho deste ano, sobre indícios de informações falsas e de falsificação de contabilidade “se encontram conjuntamente arguidos ex-administradores da SLN-SGPS”.
Estes seis processos de que o BdP dá conta juntam-se a outros quatro relacionados com o BPN que o procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, já adiantou estarem a correr no Ministério Público, dois dos quais integrados na Operação Furacão e que vêm de 2005. Dos outros dois, um teve origem na queixa de Vítor Constâncio ao PGR e o outro corre no Departamento Central de Investigação e Acção Penal, na sequência de queixa do antigo presidente do banco, Miguel Cadilhe que, no final de Outubro, denunciou ao Ministério Público vários crimes financeiros. Estes foram detectados nas auditorias externas a todo o grupo mandadas realizar em Junho pelo antigo ministro das Finanças.
Em 2007, quando o Banco de Portugal começou a ter dificuldades em identificar os beneficiários de veículos ‘off-shore’ que tinham recebido créditos do BPN, o banco central tentou obter informações junto de Oliveira Costa, mas sem êxito.
Em Junho deste ano, o supervisor obteve de Abdool Vakil, que sucedeu a Oliveira Costa na presidência do banco, um relato escrito das várias ilicitudes praticadas pelas equipas de gestão do BPN (receptação ilegal de depósitos, burla informática, insolvência dolosa, infidelidade comercial, favorecimento de credores e burla qualificada).

Comentário:
No BCP, foi foi aquilo que se viu e continua... Nota-se que existe contágio a outros bancos...
É como diz o Sr. Leandro Coutinho:
- Não interessa nada que "isto" seja objecto de parangonas nos jornais e abertura de telejornais, se for apenas para "inglês ver"... Espera-se que os envolvidos sejam sujeitos, não apenas a procedimento criminal que resulte em prisão, mas também em pagar coimas/multas/indemnizações que compensem os lesados e o Estado.. é que todos nós contribuintes andamos a pagar para resolver a historieta de faca e alguidar dos gangsters do BPN enquanto se ouve o Dias Loureiro dizer que vive "confortavelmente" (falta completar que é na Quinta da Marinha junto dos outros banqueiros e comandita associada) e acrescentar que o «doutor Oliveira e Costa» saberá o que fez e não fez, mas ele -DL- considera-o um homem de probidade, inteligentíssimo e trabalhador incansável.. Tantos atributos empenhados em "sacar" á bruta deram num rombo digno do Alves dos Reis... (que também era inteligentíssimo e trabalhador incansável)... O rombo anda a ser pago por todos nós através da incontornável CGD.. Não é ?

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

S&P alerta para aumento do incumprimento do crédito à habitação em Portugal


Estima que o BCE poderá cortar juros em até 100 pontos base 2008-12-03 15:24
A agência de notação internacional Standard & Poor's (S&P) avisou hoje que os níveis de incumprimento mais severos do seu índice de instrumentos financeiros garantidos por créditos hipotecários aumentaram no terceiro trimestre para os 0,99%, contra os 0,86% registados no trimestre anterior, apesar dos cortes de juros efectuados pelo Banco Central Europeu (BCE).
Segundo um comunicado hoje emitido pela S&P, os incumprimentos nos prazos compreendidos entre os três meses e o ano aumentaram também dos 1,33% verificados no segundo trimestre para os 1,53% no terceiro trimestre. A mesma fonte nota que o aumento da tendência dos incumprimentos de longo prazo teve início em Março de 2007 "e reflecte o efeito que o aumento das taxas de juro teve no pagamento das prestações do crédito à habitação. "Com efeito, a maior parte dos empréstimos que servem de base aos instrumentos financeiros garantidos por créditos hipotecários estão ligados a taxas de juro variáveis, pelo que o peso mensal de uma família com a sua dívida é bastante sensível à subida dos juros", nota a agência de notação.(...)

Comentários:
Tribunus,
Nos ultimos 5 anos de lucros, da banca, onde esta o aplicou? Falo de lucros liquidos! Porque em finais de 2008 os bancos, estão sem liquidez? As perdas nas carteiras foram superiores aos 5 anos de lucros? Talvez o Ministro das Finanças que anda desaparecido, possa explicar!

Jorge,
Tem piada este tipo de notícias, senão vejamos, cada vez existe mais endividamento, não há dúvidas porque NINGUÉM QUER SABER , mas os bancos estavam individados por erros dos seus administradores que muitas das vezes não deram crédito ao cliente mais simples mas aprovaram créditos muito PESSOAIS para comprarem quotas de empresas, ou seja era mais fácil eles comprarem do que darem o crédito ao sócio e mais não digo, mas isto para dizer que ainda não vi nenhuma solução PARA AS FAMILIAS QUE ESTÃO COM PROBLEMAS PARA PAGAR OS SEUS ERROS, OU SERÃO DIFERENTES DOS BANCOS??? É QUE ESTES SENHORES DEPOIS DISTO SÃO TRATADOS POR SENHORES E OS OUTROS SÃO A MERDA DA SOCIEDADE QUE NÃO SABE GERIR O SEU ORÇAMENTO. SE ESTES SENHORES TIRARAM O CURSO DE ECONOMIA É BOM QUE PENSEM TIRAR OUTRO, PORQUE ENTÃO EU SOU DOCTOR. JÁ AGORA UM BANCO COMO BPP QUE ESTÁ NA FALÊNCIA JÁ TEM PUBLICIDADE NA TELEVISÃO OU SERÁ IMPRESSÃO MINHA O QUE VI HOJE, NÃO HÁ VERGONHA NESTE PAÍS.

Recessão política e financeira...


A Europa afunda-se, mas Portugal consegue arrastar-se na zona entre marés. Eis o retrato da mediania que é a verdadeira consciência da Nação. O Primeiro-Ministro passeia pelo país um optimismo ora falso, ora infantil. Quando exibe computadores Magalhães como adereços de filme governamental e gosto duvidoso, Sócrates revela a sua incansável meninice. Quando em tom sério de governante responsável lembra o "Oásis Nacional no deserto económico da Europa", Sócrates está apenas a esconder a realidade com o manto luminoso da ficção política. Sócrates é hoje um primeiro-ministro acomodado que se limita a tentar controlar os inevitáveis efeitos da crise económica!
Existe no entanto uma interessante ironia. O ano de 2008 devia ser o apogeu da era Sócrates. Vencido o ‘deficit’, derrotados os interesses instalados, humilhada a oposição incompetente e retrógrada, o Governo preparava-se para anunciar a modernidade e uma vida europeia para o português europeu. Mas o buraco negro da crise internacional arrastou Portugal para a estagnação e engoliu o talento ímpar de um primeiro-ministro milagreiro. Sócrates ainda se julga o salvador da pátria, mas limita-se a reunir a pouca convicção para salvar o que sobra de um projecto falhado.(...)
Portugal perde-se num ambiente de conspiração e intriga. As conspirações do BCP, BPN, BPP servem de fixação para os problemas do sector financeiro que continua a proclamar a respectiva solidez. A intriga do BCP e depois de vários messes; o BPN servem para envolver a Presidência da República e para a tentativa de descredibilização da primeira das instituições. Portugal é uma comédia para quem pensa e uma tragédia para quem sente.
Grave; é haver milhares de famílias a passar fome, por motivo das mordomices da banca e com "Super avalo do Governo" em milhares de milhões de euros e as famílias continuar super endividadas e sem ajuda...

terça-feira, 11 de novembro de 2008

GRANDE ESCÂNDALO NA BANCA


Ontem no "Prós e Contras da RTP", de analistas económicos a accionistas da Soc. Lusa de Negócios passando pelos políticos ouviu-se falar em Fraude, Corrupção, Gestão danosa, abuso de confiança, associação criminosa, burla, promiscuidade com a politica... Tudo termos utilizados com a maior naturalidade para classificar a vida das empresas ligadas ao grupo do BPN, a sociedade lusa de negócios. Incrivelmente, não há ninguém preso, não há uma única empresa fechada e o dia à dia nestas empresas continua exactamente na mesma com : Fraude, Corrupção, Gestão danosa, abuso de confiança, associação criminosa, burla, promiscuidade com a politica...
Não será difícil perceber que os negócios do BPN (aliás; já com o problema "CASO BCP" é praticamente igual, apenas com uma gigante envergadura criminosa) não terão aproveitado a todos os accionistas na mesma paridade, senão, provavelmente teríamos maiores "impuridades"...Tanto durou, durou, até que rebentou...Zangaram-se as comadres e souberam-se verdades, pelos vistos, ainda não totalmente!...Estranho, estranho, com a conivente passividade de tanta gente que diz que regula e controla (BdP,empresas de auditoria, ROC...). Administrações sem livros de actas?!... Por acaso, não havia assembleias gerais para aprovarem as contas?... Com (des)conhecimento dos accionistas?!... Para quê mais comentar, só dá mesmo é para rir!...
É interessante e as grandes dúvidas que se levantam acerca dos graves? Problemas do BPN estão aí... Esta situação foi estratégica e muito bem pensada. Outros interesses ocultos se movem. Um dia teremos respostas para todas as dúvidas que neste momento andam no ar. Investiguem!
Independentemente de quaisquer explicações, está à vista de todos que o Banco de Portugal falhou redondamente, e repetidamente, sendo que se revelou uma instituição totalmente politizada, e logo ao serviço deste governo. Está visto que este homem não presta, e não tem nível nem independência para prestar serviços a este nível. Tenha vergonha nessa cara, e despeça-se já, pois o senhor é um peso muito pesado, e que não paga as suas próprias despesas.
AO LONGO DA FAMIGERADA "CAMPANHA ACCIONISTA BCP" EM 2000/2001, QUE O BANCO LEVOU A CABO COM AS ACÇÕES PRÓPRIAS, FOI PROVADO HAVER INDÍCIOS DE VÁRIOS CRIMES... NO EXERCÍCIO DE 2000, O MONTANTE TOTAL DE PRÉMIOS A DISTRIBUIR PELOS FUNCIONÁRIOS FOI DE 22.603.817,40€, EM QUE OS ACCIONISTAS NÃO TIVERAM DIREITO A DIVIDENDOS!!!
AS ENTIDADES SUPERVISORAS E ÓRGÃOS DE MEIOS DE COMUNICAÇÃO DIVULGARAM AO PÚBLICO, MAS O BCP, MESMO COM A ACTUAL ADMINISTRAÇÃO, CUJO PRESIDENTE É O DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, CONTINUA A EXTORQUIR, "ROUBAR" E A SAQUEAR DINHEIROS DAS CONTAS DAS VÍTIMAS (CLIENTES) SILENCIADAS E INDEFESAS, DANDO SEGUIMENTO PARA O BANCO DE PORTUGAL COMO SENDO DÍVIDA DE INCUMPRIMENTO, SUJANDO O "BOM NOME" DO CLIENTE... ENQUANTO OS PRINCIPAIS RESPONSÁVEIS BANCÁRIOS CONTINUAM INTOCÁVEIS, SEM SER CHAMADOS À JUSTIÇA.

É A VERDADE DO QUE SE PASSOU E AINDA SE ESTÁ PASSAR NO MAIOR BANCO PRIVADO PORTUGUÊS! "MILHARES DE PESSOAS DESTRUÍDAS, EXTORQUIDAS E "ROUBADAS" DOS SEUS BENS PELO BCP (CAMPANHA ACCIONISTA MILLENNIUM BCP E OUTRAS SITUAÇÕES GRAVES)..."
- "TAMBÉM ALGUMAS NOTÍCIAS FINANCEIRAS ACTUALIZADAS"
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DURING THE INFAMOUS "CAMPAIGN SHAREHOLDERS BCP" In 2000/2001, the Bank has undertaken WITH OWN ACTIONS, HAS PROVEN Indications of HAVER SEVERAL CRIMES ... In 2000, THE TOTAL AMOUNT OF PREMIUMS FOR EMPLOYEES WAS A DISTRIBUTE OF € 22,603,817.40, in which shareholders were not entitled to dividends!!!
AND BODIES supervisors of media available to the public, but the BCP, EVEN WITH THE CURRENT ADMINISTRATION, WHICH IS THE PRESIDENT DR. CARLOS SANTOS FERREIRA, continues to extort, "theft" Drawing MONEY AND VICTIMS OF THE ACCOUNTS (CLIENTS) Silent and Helpless, following FOR BANK OF PORTUGAL AS BEING DEBT OF FAILURE (CRC) of the client. While the primary banking responsibility untouchables CONTINUE WITHOUT BEING CALLED TO JUSTICE.

IS THE TRUTH of what happened and if IS MOVING IN A MORE PRIVATE BANK PORTUGUESE! "Thousands of people destroyed and EXTORQUIADAS THEIR PROPERTY BY BCP (BCP MILLENNIUM CAMPAIGN SHAREHOLDERS AND OTHER serious )..."
- "UPDATES FINANCIAL ALSO NEWS OF THE WORLD"